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    Pandemia de COVID-19 no mundo no início de março de 2021 (94)
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    Com as vacinas avançando globalmente, alguns países já introduziram certificados identificando as pessoas vacinadas. Sob pressão dos países do sul, a União Europeia também deve emitir os certificados.

    A China lançou um certificado digital de vacinação COVID-19 para seus cidadãos que planejam realizar viagens internacionais, juntando-se a outros países que emitem documentos semelhantes enquanto buscam maneiras de reabrir suas economias.

    O certificado emitido terá detalhes sobre a vacinação contra a COVID-19 do titular e os resultados do teste de detecção de SARS-CoV-2, afirmou o Departamento de Assuntos Consulares do Ministério das Relações Exteriores da China em seu site.

    O certificado pode ser baixado por meio de um aplicativo especial na rede social WeChat. Uma correspondente do Sputnik que tentou inserir seus dados no programa garantiu que, por enquanto, ele funcionasse apenas com um documento de identificação chinês.

    Homem passando por teste da COVID-19 na China (foto de arquivo)
    © AFP 2021 / LEO RAMIREZ
    Homem passando por teste da COVID-19 na China (foto de arquivo)

    O ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, afirmou no domingo (7) que o objetivo do certificado é conseguir a verificação mútua de informações, como testes de ácido nucleico e vacinação, e contribuir para a interação segura e ordenada das pessoas, relata a agência Reuters. O Ministério não detalhou com quais países a China está falando para obter o reconhecimento de seu certificado de vacinação contra a COVID-19.

    No começo do mês, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, confirmou que Bruxelas deve propor um passaporte digital para vacinação no território de toda a União Europeia. Os certificados digitais de vacinação permitiriam a pessoas que já receberam a vacina viajarem livremente por toda UE.

    Todavia, na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) desaconselhou a iniciativa no momento. "A OMS tem dito que no momento não recomenda tais passaportes, mas, certamente, os países estão seguindo seu próprio caminho, e todos estão tentando permitir uma maior mobilidade para a população. A OMS vai cooperar com todos os países interessados e, em algum momento, fornecerá sua recomendação sobre o que esse passaporte deve conter", afirmou a representante da organização na Rússia, Melita Vujnovic.

    A China também anunciou que não haverá nenhum relaxamento das restrições de quarentena para pessoas que chegam à China e são vacinadas contra COVID-19. Os requisitos existentes devem permanecer em vigor para as pessoas que chegam à China, já que é possível que as pessoas vacinadas ainda possam ser infectadas pelo vírus, explicou um porta-voz da Comissão Nacional de Saúde da China.

    A China totaliza 102.036 casos de COVID-19. Mias de 51 milhões de doses de vacinas contra o SARS-CoV-2 já foram administradas no país asiático.

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