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    Na semana passada, o Ministério das Relações Exteriores da China exortou os EUA a cancelarem acordo de venda de armas a Taiwan.

    O porta-voz da chancelaria da China, Zhao Lijian, declarou nesta segunda-feira (26) que Pequim vai impor sanções às entidades norte-americanas que participarem da venda de armas a Taiwan.

    Diplomata chinês acrescentou que as empresas Lockheed Martin, Boeing Defense e a Raytheon serão sancionadas.

    As tensões entre Pequim e Washington reacenderam nos últimos meses também devido a Taiwan, após a administração Trump intensificar cooperação com as autoridades da ilha, considerada por China parte do território chinês.

    Médicos participam das celebrações do Dia Nacional em frente da sede da Presidência em Taipé, Taiwan, 10 de outubro de 2020
    © REUTERS / Ann Wang
    Desfile no Dia Nacional da República da China

    Em meados de outubro, a administração do presidente norte-americano, Donald Trump, notificou o Congresso sobre negociações para a venda de armamentos a Taiwan.

    A venda envolve o Sistema de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade (HIMARS) da companhia Lockheed Martin, o míssil de precisão SLAM-ER da Boeing e sensores externos para os caças F-16 de Taiwan.

    Pequim exigiu em várias ocasiões que as entregas de armas a Taiwan fossem interrompidas, apontando violação do princípio Uma Só China e deterioração agravante das relações bilaterais com Washington.

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    Tags:
    Raytheon, Lockheed-Martin, Donald Trump, EUA, China, tensão bilateral, tensão militar, venda de armas
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