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    COVID-19 e o mundo no final de julho (43)
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    Na semana em que iniciou flexibilização da quarentena, Argentina registra maior aumento de casos da COVID-19 desde o início da epidemia no país. 

    Até o momento, a Argentina tem mais de 153.000 casos da doença, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins. 

    No sábado (25), foram registrados 5.439 casos do novo coronavírus e 40 óbitos, fazendo total de mortos chegar a 2.887. Em Buenos Aires, pelo menos dois cemitérios, Chacarita e Flores, começaram a preparar áreas para receber vítimas da enfermidade, seguindo rígidos protocolos de segurança para isolar os mortos pela COVID-19. 

    A semana que passou foi a pior em número de casos desde que o país decretou quarentena para evitar a disseminação do vírus, em 20 de março. 

    A alta ocorre no momento em que o presidente argentino, Alberto Fernández, permitiu a reabertura de determinadas atividades econômicas. 

    Menos casos que vizinhos Brasil e Chile

    Por outro lado, as autoridades afirmam que o número de mortos registrado nessa época do ano não está maior do que no mesmo período de anos anteriores. 

    Apesar do aumento, a Argentina tem muito menos casos da COVID-19 do que o vizinho Brasil, que contabilizava na sexta-feira (24), segundo o Ministério da Saúde, 2.343.366 casos e 85.238 mortos. 

    Os números também são menores do que o registrado no Chile, que tem mais de 343.000 casos e mais de 9.000 mortos. 

    O Paraguai, por sua vez, tem cerca de 4.200 casos e 38 mortos. O Uruguai registra aproximadamente 1.660 casos e 34 óbitos. Já a Bolívia tem cerca de 66.400 casos e mais de 2.400 mortos. 

    Tema:
    COVID-19 e o mundo no final de julho (43)

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    Tags:
    isolamento, economia, quarentena, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Brasil, América do Sul, novo coronavírus, COVID-19, Argentina
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