04:09 28 Fevereiro 2020
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    A Boeing afirmou em comunicado que espera que seu polêmico avião 737 MAX seja aprovado para voar novamente em meados deste ano, sujeito à sua capacidade de lidar com riscos conhecidos e rigoroso escrutínio dos reguladores.

    "Estamos informando nossos clientes e fornecedores que atualmente estamos estimando que a possibilidade de voo do 737 MAX começará em meados de 2020", afirmou o comunicado na noite desta terça-feira. "Esta estimativa atualizada é informada por nossa experiência até o momento com o processo de certificação".

    Mas o retorno do 737 MAX, fundamentado há dez meses, também estava sujeito às tentativas contínuas da Boeing de lidar com riscos conhecidos de cronograma e outros desenvolvimentos que podem surgir em conexão com o processo de certificação, informou a empresa.

    "Isso também explica o rigoroso escrutínio que as autoridades reguladoras estão aplicando corretamente em todas as etapas de sua revisão do sistema de controle de voo do 737 MAX e do processo do Joint Operations Evaluation Board que determina os requisitos de treinamento dos pilotos", acrescentou o comunicado.

    O 737 MAX está vetado pelas autoridades da aviação desde março, após dois acidentes fatais que mataram 346 pessoas a bordo. A investigação sobre os acidentes revelou erros no funcionamento do sistema de aumento de características de manobra do jato.

    Nesta terça-feira, a mídia norte-americana informou que a Boeing havia oficialmente parado de produzir o 737 MAX por um período indeterminado de tempo, já que a incerteza e a controvérsia continuam perseguindo o jato.

    Ainda segundo a mídia, a Boeing não vai demitir trabalhadores por causa do desligamento do 737 MAX.

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    Tags:
    certificado, aviação civil, acidente aéreo, Boeing 737 MAX, Boeing 737, Boeing, Estados Unidos
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