EUA consideram reformar sistema de defesa de Taiwan usando experiência na Ucrânia, diz mídia

© AFP 2022 / Sam YehGuardas de honra em frente de bandeira taiwanesa durante cerimônia militar com John Briceno, primeiro-ministro de Belize (fora da foto), em frente ao escritório presidencial em Taipé, Taiwan, 9 de março de 2022
Guardas de honra em frente de bandeira taiwanesa durante cerimônia militar com John Briceno, primeiro-ministro de Belize (fora da foto), em frente ao escritório presidencial em Taipé, Taiwan, 9 de março de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 25.05.2022
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Os Estados Unidos consideram a experiência do fornecimento de armas a Kiev nas tentativas de reconstruir o sistema de defesa de Taiwan, escreve o jornal The New York Times, citando fontes.
O presidente norte-americano, Joe Biden, durante coletiva conjunta com o premiê japonês, Fumio Kishida, em 23 de maio, declarou a prontidão da participação militar dos EUA na proteção de Taiwan "em caso de invasão". Depois, conforme informou o canal de TV NBC, a Casa Branca esclareceu que naquele caso Biden falava sobre entregas de armas para autodefesa da ilha.
O presidente Joe Biden fala no Rose Garden da Casa Branca em Washington, durante uma recepção para celebrar o Mês do Patrimônio Ásio-Americano, Nativo do Havaí e das Ilhas do Pacífico, em 17 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 23.05.2022
Panorama internacional
Biden promete resposta militar caso China invada Taiwan (VÍDEO)

"O alvo é tornar Taiwan no que algumas personalidades oficiais chamam de 'porco-espinho', território eriçado com armamentos e outras formas de apoio liderado pelos EUA que parece muito doloroso para atacar", segundo o jornal.

O veículo afirma que Washington quer aumentar a presença militar na região a fim de deter "um ataque potencial" contra Taiwan por parte da China que tem um dos maiores exércitos no mundo.
Recentemente, o ministro da Defesa taiwanês anunciou que, se a guerra começar entre Pequim e Taipé, terminará em tragédia para ambos os lados, não importa quem vença. Ressaltou, porém, que "ninguém quer a guerra".
O Ministério das Relações Exteriores chinês declara de forma regular que o princípio de Uma Só China é fundamental nas relações sino-americanas, e a violação dos EUA de seus compromissos sobre Taiwan coloca em perigo a interação entre os dois países. Segundo Pequim, Washington por algum tempo várias vezes tentou jogar a "carta de Taiwan", violando suas promessas e "enviando às forças separatistas sinais errados". Tais ações americanas ameaçam a paz e estabilidade no estreito de Taiwan, ressaltam na pasta.
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