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Em visita à China, representante da ONU é instada a esclarecer desinformação sobre direitos humanos

© AFP 2022 / CLAUDIO REYESO ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi e a então presidente chilena Michelle Bachelet posam para a foto da Segunda Reunião Ministerial do Fórum da China e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (China-CELAC) em Santiago, 22 de janeiro de 2018
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi e a então presidente chilena Michelle Bachelet posam para a foto da Segunda Reunião Ministerial do Fórum da China e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (China-CELAC) em Santiago, 22 de janeiro de 2018 - Sputnik Brasil, 1920, 24.05.2022
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Ministro das Relações Exteriores chinês diz que algumas forças anti-China têm usado questões de direitos humanos como tentativa de suprimir o país.
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, disse à enviada da ONU, Michelle Bachelet, que Pequim espera que sua visita ajude a "esclarecer informações erradas" sobre seu histórico de direitos humanos.
De acordo com a agência de notícias estatal chinesa, Xinhua, o representante de Pequim se encontrou com a comissária de direitos humanos no início de sua viagem de seis dias e criticou "alguns países e forças anti-China" por espalharem "informações falsas" e "vilificar a China com ataques caluniosos".
Durante reunião nesta segunda-feira (23) em Guangzhou, sul da China, Wang disse que "o objetivo deles é usar questões de direitos humanos como desculpas para reprimir a China e politizar e usar como arma a questão dos direitos humanos".
Em comunicado, o porta-voz do governo chinês afirmou que a ONU deveria promover a cooperação em vez do confronto, com base no princípio de respeito mútuo e igualdade de tratamento.
"As instituições multilaterais de direitos humanos devem servir como um importante local de cooperação e diálogo, em vez de um novo campo de batalha para divisão e confronto", disse ele.
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Ainda segundo Wang, a China "fez a proteção dos direitos e interesses legítimos dos cidadãos sua tarefa básica", acrescentando que "salvaguardar os direitos das minorias étnicas era uma parte importante de seu trabalho".
Na segunda-feira (23), Bachelet também realizou uma videochamada com cerca de 100 diplomatas ocidentais, a maioria com sede em Pequim, dizendo-lhes que sua visita não seria uma "investigação", em uma aparente tentativa de gerenciar as expectativas da viagem, de acordo com a Bloomberg.
"Enquanto estaremos discutindo questões sensíveis e importantes, espero que isso nos ajude a construir confiança e nos permita trabalhar juntos no avanço dos direitos humanos na China e globalmente", disse Bachelet.
Acusada de abusos generalizados dos direitos humanos contra membros da comunidade étnica uigur e outros grupos muçulmanos em Xinjiang, a China tem negado veementemente as acusações, dizendo que são estratégias mentirosas para descredibilizar o país.
A última vez que um alto comissário para os direitos humanos da ONU visitou a China foi em 2005.
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