Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Biden convida parceiros asiáticos para 'clube dos sacrifícios' contra Rússia e China

© AP Photo / Gemunu AmarasingheO presidente dos EUA Joe Biden, em 19 de maio de 2022.
O presidente dos EUA Joe Biden, em 19 de maio de 2022.  - Sputnik Brasil, 1920, 22.05.2022
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Ao que parece, a visita do presidente norte-americano, Joe Biden, à Ásia tem como objetivo reunir parceiros asiáticos dispostos a se "sacrificarem" pelos EUA na luta contra a Rússia e China.
Ou seja, o norte-americano pretende reunir países que estejam dispostos a realizar todos os caprichos dos EUA e a serem manipulados e usados. Uma espécie de convite para se juntarem ao clube dos suicidas econômicos, assim como os europeus, que partiram para uma guerra econômica contra a Rússia.
No caso, o novo alvo seria a China, contudo, os países asiáticos sabem muito bem que o gigante asiático é mais importante para eles do que para os europeus e que qualquer confronto causaria uma falência geral na região.
Nesta foto sem data divulgada pela Agência de Notícias Xinhua da China, disponibilizada no domingo, 25 de novembro de 2012, um jato de carga J-15 transportado por um porta-aviões decola do Liaoning - Sputnik Brasil, 1920, 20.05.2022
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Antes de partir para a Ásia, a administração Biden se mostrou eufórica, afirmando que os EUA estariam vencendo a China, seu novo alvo, já que o país asiático não concordou em ser mais um fantoche americano contra a Rússia.
Os EUA já deixaram claro que apostaram tudo contra a Rússia, e seguem com sua política de pressão máxima contra a China e a Índia, para que sigam seus passos paranoicos contra os russos, enquanto países como o Japão e a Coreia do Sul já se demonstraram dispostos a cometerem “suicídio econômico" para satisfazer os caprichos americanos em suas campanhas propagandistas.
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