Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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China acusa países da AUKUS de incitar corrida armamentista no Pacífico Sul

© AP Photo / Jason Tarleton / Marinha dos EUA / HandoutGrupo de ataque de porta-aviões do Reino Unido, liderado pelo HMS Queen Elizabeth (R 08), e da Força Marítima de Autodefesa do Japão, liderado pelo JS Ise (DDH 182), destróier de helicópteros da classe Hyuga, bem como porta-aviões da Marinha dos EUA, liderados pelo USS Ronald Reagan (CVN 76) e USS Carl Vinson (CVN 70) se juntam para conduzir operações no mar das Filipinas, em 3 de outubro de 2021
Grupo de ataque de porta-aviões do Reino Unido, liderado pelo HMS Queen Elizabeth (R 08), e da Força Marítima de Autodefesa do Japão, liderado pelo JS Ise (DDH 182), destróier de helicópteros da classe Hyuga, bem como porta-aviões da Marinha dos EUA, liderados pelo USS Ronald Reagan (CVN 76) e USS Carl Vinson (CVN 70) se juntam para conduzir operações no mar das Filipinas, em 3 de outubro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 11.05.2022
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Austrália, Estados Unidos e Reino Unido (AUKUS), que condenaram a China e as Ilhas Salomão por um acordo de cooperação em segurança, são os que militarizam o Pacífico Sul e provocam uma nova corrida armamentista na região, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, nesta quarta-feira (11).
"A Austrália, juntamente com os EUA e o Reino Unido, está formando um bloco militar e provocando uma corrida armamentista no Pacífico Sul sem nenhuma consulta com os países insulares da região", disse Zhao em coletiva de imprensa.
O porta-voz instou a Austrália a reconsiderar suas ações em relação ao assunto.
Em setembro passado, a Austrália, os EUA e o Reino Unido anunciaram a nova parceria de defesa trilateral, que forçou Camberra a desistir de um contrato de US$ 66 bilhões (cerca de R$ 337,7 bilhões) com a França para desenvolver 12 submarinos de ataque convencionais de última geração, enquanto a aliança promete aumentar a frota da Austrália com submarinos movidos a energia nuclear.
Em 19 de abril, a China e as Ilhas Salomão assinaram um acordo-quadro sobre cooperação em segurança. Autoridades australianas acusaram as Ilhas Salomão de falta de transparência por medo da crescente influência da China. O primeiro-ministro australiano Scott Morrison disse que a construção de uma base militar chinesa nas Ilhas Salomão será uma "linha vermelha" para Camberra e Washington.
O primeiro-ministro chinês Li Keqiang, à esquerda, e o primeiro-ministro das Ilhas Salomão, Manasseh Sogavare, revisam uma guarda de honra durante uma cerimônia de boas-vindas no Grande Salão do Povo em Pequim (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 29.04.2022
Panorama internacional
Ilhas Salomão rebatem Austrália sobre acordo com China: AUKUS não foi transparente
O primeiro-ministro das Ilhas Salomão, Manasseh Sogavare, por sua vez, acusou a Austrália de hipocrisia, salientando que Camberra também não discutiu o acordo AUKUS com os países vizinhos. Além disso, autoridades chinesas de alto escalão disseram que o acordo-quadro Honiara-Pequim não envolve a construção de bases navais militares nas ilhas e não é dirigido contra nenhum país terceiro.
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