Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Facebook proíbe mídia estatal russa de monetizar conteúdo e exibir anúncios

© REUTERS / Erin ScottEm Washington, nos EUA, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, testemunha diante de um comitê do Congresso, em 23 de outubro de 2019
Em Washington, nos EUA, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, testemunha diante de um comitê do Congresso, em 23 de outubro de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 26.02.2022
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Neste sábado (26), o chefe da política de segurança do Facebook, Nathaniel Gleicher, anunciou medidas contra mídias estatais russas em meio à operação militar da Rússia em curso na Ucrânia.
Conforme publicou Gleicher, a rede social proibirá a mídia estatal russa de veicular anúncios e monetizar a plataforma devido à realização da operação militar.
Estamos proibindo a mídia estatal russa de exibir anúncios ou monetizar em nossa plataforma em qualquer lugar do mundo. Também continuaremos aplicando avisos sobre mídias estatais russas adicionais. Essas mudanças já começaram a ser implementadas e continuarão no fim de semana.
As polêmicas "etiquetas" que sinalizam mídias estatais, essencialmente russas e chinesas, passaram a ser exibidas na rede social em meados de 2020, e já existiam em outras plataformas, como o Twitter.

Ao longo dos últimos dias, o Facebook censurou quatro meios de comunicação russos: Zvezda, Sputnik, Lenta.ru e Gazeta.ru. Em resposta, na sexta-feira (25), o Serviço Federal de Vigilância na Área das Comunicações, Tecnologias da Informação e Mass Media, Roskomnadzor, limitou o acesso à rede social na Rússia. Para o órgão, o Facebook "violou os direitos e as liberdades dos russos".
© SputnikFacebook
Facebook - Sputnik Brasil, 1920, 26.02.2022
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Na madrugada da quinta-feira (24), o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou uma operação militar na região de Donbass. A operação foi autorizada após pedido de assistência militar das recém-reconhecidas repúblicas populares de Lugansk e Donetsk.
Segundo o governo russo, a medida busca desmilitarizar a Ucrânia e combater forças neonazistas para garantir a segurança de Donbass e da Rússia.
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