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Parlamento cubano condena 'conteúdo ingerencionista' de resolução do Congresso dos EUA contra Cuba

© AP Photo / Adalberto RoqueSessão da Assembleia Nacional em Havana, Cuba (imagem referencial)
Sessão da Assembleia Nacional em Havana, Cuba (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 07.11.2021
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Na quarta-feira (3), a Câmara dos Representantes dos EUA emitiu uma declaração de apoio aos protestos contra o governo de Cuba em julho e aos marcados para 15 de novembro.
A Assembleia Nacional do Poder Popular, o parlamento de Cuba, criticou no sábado (6) a resolução adotada pelo Congresso dos EUA que declara apoio aos protestos antigovernamentais previstos em várias cidades cubanas e marcados para 15 de novembro.
"Novamente o Congresso dos Estados Unidos da América aprova uma resolução, cujo conteúdo ingerencionista e lesivo à nossa soberania está a caminho de sustentar a guerra não convencional que seu governo leva a cabo contra o nosso país", indica o comunicado emitido pela Comissão de Relações Internacionais do órgão legislativo de Cuba.
A Câmara dos Representantes norte-americana emitiu na quarta-feira (3) uma resolução que expressa apoio às pessoas que participaram dos distúrbios de 11 de julho em Havana, Cuba, e instaram à liberação dos detidos acusados de sedição e atos de vandalismo. A câmara baixa dos EUA expressou apoio aos organizadores da marcha marcada para 15 de novembro, considerada ilegal pelas autoridades cubanas.
© AP Photo / J. Scott ApplewhiteCapitólio durante votação na Câmara dos Representantes em Washington, EUA, 12 de outubro de 2021
Capitólio durante votação na Câmara dos Representantes em Washington, EUA, 12 de outubro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Capitólio durante votação na Câmara dos Representantes em Washington, EUA, 12 de outubro de 2021
Segundo as autoridades cubanas, "o governo estadunidense segue reforçando o bloqueio genocida, econômico, comercial e financeiro, direcionado a estrangular a economia nacional e asfixiar o nosso povo", além de implementar "ações subversivas" junto da população para "impor um golpe suave que ponha fim à Revolução Socialista e suas conquistas".
Havana também exortou diversas organizações civis e políticas em Cuba e nos outros países, incluindo nos EUA, a "levantar novamente suas vozes para exigir que se respeite o direito inalienável do povo cubano a construir de forma soberana o tipo de sociedade que escolheu livremente".
"Apelamos a governantes e legisladores [dos EUA] a ouvir os amplos setores de sua população que defendem o fim do bloqueio e da política agressiva contra Cuba, pela criação de canais de diálogo e respeito entre ambos os países que contribuam ao desenvolvimento de intercâmbios e colaboração em áreas de mútuo interesse e benefício bilateral", disse.
"Não têm nenhum direito de interferir nos assuntos internos de Cuba, que competem apenas ao nosso povo. Cuba nunca se ajoelhará, nem aceitará ordens de nenhum mestre exterior", apontou Assembleia Nacional do Poder Popular cubana.
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