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EUA ameaçam países árabes com sanções se eles decidirem normalizar relações com Síria

© AP Photo / Hassan AmmarBandeira nacional da Síria com foto de Bashar Assad, presidente do país, voando em um posto de controle do Exército sírio, na cidade de Douma, perto de Damasco, Síria, 15 de julho de 2018
Bandeira nacional da Síria com foto de Bashar Assad, presidente do país, voando em um posto de controle do Exército sírio, na cidade de Douma, perto de Damasco, Síria, 15 de julho de 2018 - Sputnik Brasil, 1920, 26.06.2021
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Joey Hood, subsecretário de Estado adjunto dos EUA, advertiu os aliados no Oriente Médio contra a normalização das relações com a Síria, pedindo que avaliem "muito cuidadosamente as atrocidades cometidas pelo regime contra o povo sírio durante a última década".

Joey Hood, que é responsável interino pelos assuntos do Oriente Médio no Departamento de Estado, deu a entender que, se os países árabes escolherem o caminho da normalização, correm o risco de ser alvo de pressão econômica por parte dos EUA.

As sanções econômicas e os bloqueios têm impedido os países árabes de restabelecerem as relações com a Síria. No entanto, os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein reabriram suas embaixadas em Damasco em 2019 e 2020. Omã, por sua vez, voltou a enviar seu embaixador à Síria.

"Gostaria de acrescentar que temos sanções [sob a Lei] Caesar; essa é uma lei que tem amplo apoio bipartidário no Congresso e a administração [Biden] vai dar andamento a isso. Portanto, os governos e as empresas precisam ter cuidado para que suas transações não os exponham a potenciais sanções dos EUA sob essa lei", disse Hood.

© REUTERS / Kinda Makieh Presidente da Síria, Bashar Assad gesticula depois de votar para eleições presidenciais, em Douma, Síria, 26 de maio de 2021
EUA ameaçam países árabes com sanções se eles decidirem normalizar relações com Síria - Sputnik Brasil, 1920, 26.06.2021
Presidente da Síria, Bashar Assad gesticula depois de votar para eleições presidenciais, em Douma, Síria, 26 de maio de 2021
De acordo com o alto funcionário dos EUA, os EUA estão insatisfeitos por não ter havido uma "grande mudança de comportamento" do presidente sírio Bashar Assad. Na verdade, isso não é surpreendente, uma vez que o objetivo principal da presença ilegal dos EUA na Síria era derrubar Assad e instalar um governo favorável aos EUA.

No final de maio, o presidente sírio Bashar Assad foi reeleito com 95% dos votos.

A Lei César, assinada no final de 2019 pelo presidente estadunidense, Donald Trump, entrou em vigor em 17 de junho de 2020. O ato é um conjunto de sanções contra a Síria que atinge quase todas as áreas da economia do país, assim como empresas e indivíduos estrangeiros que realizarem negócios com o governo de Assad.

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