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Coreia do Norte adverte cidadãos sobre 'vírus malicioso' vindo de folhetos sul-coreanos

© REUTERS / Tingshu WangA man cycles past the North Korea consular office in Dandong, Liaoning province, China April 20, 2021.
A man cycles past the North Korea consular office in Dandong, Liaoning province, China April 20, 2021. - Sputnik Brasil, 1920, 07.05.2021
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Pyongyang atacou anteriormente Seul pelos folhetos enviados à Coreia do Norte, organizados pelos Combatentes por uma Coreia do Norte Livre. Em março, o governo sul-coreano acabou por proibir esses eventos.

Rodong Sinmun, o jornal oficial do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte, advertiu na quinta-feira (6) os cidadãos norte-coreanos a permanecerem vigilantes em relação a "objetos estranhos" que sobrevoam a fronteira vindos do Sul, e sugeriu que eles podem estar infectados com o coronavírus.

"Mesmo quando encontramos um objeto estranho voando ao vento, devemos considerá-lo uma possível rota de transmissão do vírus malicioso em vez de um fenômeno natural", disse o jornal, em referência ao SARS-CoV-2, citado pela agência sul-coreana Yonhap.

O jornal, cujo artigo foi dedicado aos esforços antiepidemiológicos do país, exortou os cidadãos a estarem atentos, e sublinhou que, embora muitos países tenham desenvolvido vacinas e iniciado vacinações em massa para combater a COVID-19, as cepas do vírus estão em constante mutação, potencialmente tornando as vacinas ineficazes na prevenção da propagação do vírus.

Também na quinta-feira (6), o jornal The Toronto Star noticiou que a polícia sul-coreana invadiu o escritório de ativistas envolvidos no envio de centenas de milhares de folhetos de propaganda para a Coreia do Norte via balões, em contravenção a uma lei recentemente aprovada que proíbe tais atividades por medo de provocar uma resposta de Pyongyang.

Entre 25 e 29 de abril, ativistas dos chamados Combatentes por uma Coreia do Norte Livre (FFNK, na sigla em inglês) foram acusados de usar dez grandes balões para enviar 500.000 folhetos para a Coreia do Norte, 500 livretos e 5.000 notas de um dólar.

Kim Yo-jong, irmã de Kim Jong-un, criticou no domingo (2) Seul, afirmando que "consideramos as ações cometidas pela escória humana do Sul [referência aos desertores] uma séria provocação contra o nosso Estado e vamos refletir sobre as medidas a tomar em resposta".

As autoridades sul-coreanas introduziram a proibição do envio de folhetos em março de 2021, informando que eles ajudaram a causar um grande esfriamento dos laços entre os dois países, após vários meses de diplomacia paciente entre os presidentes Kim Jong-un e Moon Jae-in.

Os Combatentes por uma Coreia do Norte Livre, que vivem na Coreia do Sul, têm enviado folhetos à Coreia do Norte há um tempo, levando a fricções políticas entre os dois Estados.

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