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Pentágono declara 'possibilidade real' de guerra nuclear com China ou Rússia

© Sputnik / Ministério da Defesa da Rússia / Abrir o banco de imagensLançamento de míssil balístico Bulava a partir do submarino nuclear russo Yuri Dolgoruky, no mar Branco, em direção ao polígono de Kura (foto de arquivo)
Lançamento de míssil balístico Bulava a partir do submarino nuclear russo Yuri Dolgoruky, no mar Branco, em direção ao polígono de Kura (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 03.02.2021
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O chefe do Comando Estratégico dos EUA (STRATCOM), almirante Charles A. Richard, atestou a possibilidade de guerra nuclear com a Rússia ou a China, em artigo na revista oficial do Instituto Naval dos EUA.

O almirante nota que, desde o colapso da URSS, o Pentágono não teve que considerar a possibilidade de um aberto confronto militar com as potências nucleares, mas agora a situação mudou.

"Existe uma possibilidade real de uma crise regional com a Rússia ou a China poder ser escalada rapidamente a um conflito envolvendo armas nucleares, se elas [Rússia e China] perceberem que uma derrota convencional ameaçaria o regime ou o Estado", ponderou o almirante.

Segundo Richard, não se pode descartar uma situação em que um adversário decida usar armamento nuclear.

Richard considera que, enquanto o Departamento de Defesa dos EUA focou no combate ao terrorismo, a Rússia e a China começaram a adotar uma política agressiva, desafiando normas internacionais por medidas de força sem precedentes desde a Guerra Fria. Tais ações, de acordo com o almirante norte-americano, não podem ficar sem resposta de Washington.

Além disso, o almirante ressaltou o "reconfortante" crescimento das capacidades estratégicas russas e chinesas. Em particular, Richard descreveu detalhadamente a modernização do armamento nuclear da Rússia e o desenvolvimento das novas armas de Moscou.

"Nós devemos competir ativamente para manter a agressão delas [Rússia e China] sob controle, cedendo as iniciativas delas [Rússia e China], arriscamos estar reforçando as percepções [sino-russas] de que os Estados Unidos não desejam ou são incapazes de responder, o que poderia encorajá-las ainda mais", concluiu o almirante.

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