OMS diz não ter conhecimento de mortes relacionadas ao uso da vacina da Pfizer

© REUTERS / POOLHomem recebe dose da vacina contra coronavírus em Dijon, na França (foto de arquivo)
Homem recebe dose da vacina contra coronavírus em Dijon, na França (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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A OMS não tem conhecimento de qualquer morte relacionada ao uso da vacina contra a COVID-19 produzida pelos laboratórios Pfizer e BioNTech, disse hoje (20) a diretora-geral adjunta da organização, a brasileira Mariângela Simão.

"Temos uma vacina que está sendo amplamente utilizada no mercado, que é a vacina da Pfizer. Não observamos nenhuma morte, na verdade, com nenhuma das vacinas que estão sendo utilizadas no momento [...] Vimos alguns casos do que chamamos de reação anafilática, porque algumas pessoas já têm predisposição e histórico de alergias graves", disse Mariângela, que lidera a Diretoria-Geral Adjunta para Acesso a Medicamentos, Vacinas e Fármacos da OMS, durante uma transmissão ao vivo realizada pela organização.

LIVE: Perguntas e respostas sobre a segurança de vacinas, diagnósticos e tratamentos contra a COVID-19 com as doutoras Soumya Swaminathan e Mariângela Simão.  

De acordo com a médica brasileira, a OMS está monitorando de perto o uso da vacina dos laboratórios Pfizer e BioNTech contra a COVID-19 e alguns relatórios estão chegando de países que já iniciaram a vacinação.

Na semana passada, a Legemiddelverket, a agência reguladora de medicamentos da Noruega, informou que 23 idosos morreram após serem inoculados com a vacina da Pfizer/BioNTech.

Os idosos têm maior risco de desenvolver casos graves ao serem infectados pelo novo coronavírus. Por isso, o Instituto de Saúde Pública [FHI, na sigla em norueguês] e o governo da Noruega decidiram que os idosos e os moradores de asilos serão vacinados primeiro. Mas o que sabemos sobre os efeitos colaterais da vacinação em idosos?

Naquele momento, um representante da OMS disse à Sputnik que a organização estava monitorando a investigação em andamento iniciada por funcionários da rede de saúde pública da Noruega.

A Legemiddelverket, por sua vez, divulgou na segunda-feira (18) um comunicado à imprensa no qual assinala que as pessoas de maior idade deveriam avaliar se os benefícios da vacinação superariam os riscos de quaisquer efeitos colaterais potenciais do imunizante.

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