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ONU alerta para repercussões na ajuda ao Iêmen, depois que EUA rotularam houthis de 'terroristas'

© AFP 2021 / STRMilitantes houthis na província de Bayda, Iêmen
Militantes houthis na província de Bayda, Iêmen - Sputnik Brasil
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As Nações Unidas alertaram nesta segunda-feira (11) sobre os efeitos "graves" na assistência internacional ao Iêmen, depois que os EUA declararam que os rebeldes houthis do país eram "terroristas".
"A decisão provavelmente terá sérias repercussões humanitárias e políticas. Estamos preocupados que a designação tenha um impacto negativo nas importações de alimentos e outros produtos essenciais, enquanto mais iemenitas estão morrendo de fome", disse o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, em coletiva de imprensa.

Em sua declaração de rara virulência contra os Estados Unidos, Dujarric também afirmou o temor da ONU de um "efeito prejudicial sobre os esforços para retomar o processo político no Iêmen e polarizar ainda mais as posições das partes em conflito", segundo publicou a AFP.

© Sputnik / Brian Smith / Abrir o banco de imagensAuditório da Assembleia Geral da ONU durante transmissão do discurso do presidente da Rússia, Vladimir Putin, 22 de setembro de 2020
ONU alerta para repercussões na ajuda ao Iêmen, depois que EUA rotularam houthis de 'terroristas' - Sputnik Brasil
Auditório da Assembleia Geral da ONU durante transmissão do discurso do presidente da Rússia, Vladimir Putin, 22 de setembro de 2020
"O Iêmen recebe quase todos os seus alimentos por meio de importações comerciais. A operação humanitária — a maior do mundo — não pode substituir o setor privado nem compensar as quedas significativas nas importações comerciais de alimentos e outros bens essenciais", insistiu o porta-voz.

Dujarric argumentou que o risco crescente de fome no Iêmen ressalta o imperativo de os EUA concederem rapidamente as licenças e isenções necessárias para garantir que a ajuda humanitária possa continuar a chegar a todos os necessitados em todo o país, sem interrupção.

No domingo (10), dez dias antes do fim do mandato de Donald Trump, o ministro das Relações Exteriores dos EUA, Mike Pompeo, anunciou que os houthis entraram para a lista de grupos "terroristas", junto com três de seus líderes.

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