Futuro da defesa da Europa deve envolver EUA, diz ministro italiano

© Foto / Marinha dos EUA / MC3 Maria G. LlanosO destróier de mísseis guiados USS William P. Lawrence (DDG 110) e o Navio-Escola (NE) Brasil (U27) conduziram um exercício de passagem (PASSEX) no mar do Caribe
O destróier de mísseis guiados USS William P. Lawrence (DDG 110) e o Navio-Escola (NE) Brasil (U27) conduziram um exercício de passagem (PASSEX) no mar do Caribe - Sputnik Brasil
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O ministro da Defesa italiano, Lorenzo Guerini, escreveu um artigo de opinião em que ressalta que os EUA são fundamentais para a defesa da União Europeia (UE).

"O futuro da defesa europeia não pode ser separado de uma sólida integração transatlântica. Hoje, como no passado, os EUA devem permanecer conectados à Europa e à OTAN [Organização do Tratado do Atlântico Norte], no centro de uma relação recíproca de segurança e defesa", escreve Guerini no texto publicado nesta segunda-feira (11) no site Defense News.

O ministro italiano destaca que o setor de defesa é um acelerador de inovação tecnológica e que pode ser um fator de relançamento e crescimento das economias, sobretudo durante crises como a que surgiu em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

© Sputnik / Thiago de AraújoVeículo blindado LMV Lince, usado pelo Exército Brasileiro e fabricado pela italiana Iveco
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Veículo blindado LMV Lince, usado pelo Exército Brasileiro e fabricado pela italiana Iveco

 

"No mundo incerto em que vivemos, a indústria de defesa é uma sólida garantia de inovação e empregos, e uma fonte de relançamento econômico e investimento para as gerações futuras. É necessário, portanto, assegurar que este setor de nossa economia continue a manter e aumentar sua relevância tecnológica e comercial", comenta.

Lorenzo Guerini também ressalta que importantes equipes industriais Itália-EUA mostram a ambição da cooperação entre os países, citando as fragatas da construtora naval italiana Fincantieri para a Marinha dos EUA, os veículos anfíbios da Iveco e os helicópteros e o programa F-35, desenvolvido pela fabricante italiana Leonardo Helicopters.

Essa cooperação transatlântica "é essencial para o sucesso de novos programas que vão impulsionar o crescimento da indústria italiana e ajudar na realização das ambições nacionais […]. Uma dessas ambições é ter tecnologia avançada e uma indústria nacional globalmente competitiva para permitir que a Itália continue a ser um participante relevante nos programas mais inovadores, especialmente aqueles lançados por seu amigo e aliado, os EUA", afirma o ministro da Defesa italiano.

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