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Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 7 de janeiro

© REUTERS / Stephanie KeithJack Angeli, apoiador de Trump com rosto pintado com as cores da bandeira dos EUA durante tumultos em frente ao Capitólio, em Washington, EUA, 6 de janeiro de 2021
Jack Angeli, apoiador de Trump com rosto pintado com as cores da bandeira dos EUA durante tumultos em frente ao Capitólio, em Washington, EUA, 6 de janeiro de 2021 - Sputnik Brasil
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Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta quinta-feira (7), marcada pela repercussão da invasão do Capitólio nos EUA, pela garantia de Pazuello de que o Brasil começará campanha de vacinação ainda em janeiro e pela formalização de acordo histórico entre Sudão e Israel.

Pazuello diz que Brasil tem 354 milhões de doses de vacinas asseguradas

Nesta quarta-feira (6), o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, afirmou que o Brasil terá acesso assegurado a 354 milhões de doses de vacinas contra a COVID-19 em 2021, 254 milhões das quais a serem produzidas pela Fiocruz. "Estamos em processo de negociação com os laboratórios Gamaleya, da Rússia; Janssen, Pfizer e Moderna, dos Estados Unidos; e Bharat Biotech, da Índia", disse. Segundo o ministro, o governo federal poderá iniciar campanha de vacinação ainda em janeiro. Nesta quinta-feira (7), o Instituto Butantan deve divulgar os dados finais da fase três de testes clínicos com a vacina desenvolvida em parceria com a chinesa Sinovac. O Brasil registrou mais 1.266 mortes e 62.532 casos de COVID-19, totalizando 199.043 óbitos e 7.874.539 casos da doença, informou consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.

© REUTERS / Ricardo MoraesCarioca usa máscara protetora durante celebração da Folia de Reis, no Borel, Rio de Janeiro, 6 de janeiro de 2021
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Carioca usa máscara protetora durante celebração da Folia de Reis, no Borel, Rio de Janeiro, 6 de janeiro de 2021

Quatro mortos e 52 presos após invasão ao Congresso dos EUA, informa polícia

Quatro pessoas morreram e 52 foram detidas após apoiadores do presidente dos EUA, Donald Trump, invadirem o Congresso norte-americano, adiando sessão que confirmaria a vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais de novembro. "Um policial do Capitólio disparou sua arma de serviço, atingindo uma mulher adulta", disse o chefe da polícia local, Robert Contee. A vítima seria a apoiadora de Trump e veterana da Força Aérea Ashli Babbitt, informou o canal Fox News. Outras três mortes ocorridas na região não teriam relação direta com a invasão do Congresso. Ao todo, 14 policiais foram feridos e dois estariam hospitalizados. Além disso, a polícia identificou e desarmou duas bombas artesanais nas proximidades dos comitês nacionais dos partidos Republicano e Democrata, informou Contee.

  • A prefeita de Washington, Muriel Bowser, informou que a capital dos EUA deve se manter em estado de emergência pública por cerca de 15 dias, em função da invasão do Capitólio ocorrida nesta quarta-feira (6). A cidade permanecerá em estado de alerta pelo menos até a posse do presidente eleito do país, Joe Biden. O FBI pediu que a população colabore e forneça informações sobre todas as pessoas "ativamente" implicadas no incidente.
  • Associações corporativas condenaram veementemente a invasão do Capitólio e algumas pediram a remoção do atual presidente do país, Donald Trump, do cargo. O diretor-executivo da Associação Nacional da Indústria dos EUA, Jay Timmons, que é ligado ao partido Republicano, pediu que o vice-presidente, Michael Pence, "considere seriamente trabalhar com o gabinete para invocar a emenda 25", que consideraria Trump incapaz de governar. O CEO da Apple, Tim Cook, disse que o incidente marca "um capítulo triste e vergonhoso da história da nossa nação".
© REUTERS / Shannon StapletonPolicial imobiliza manifestante favorável a Donald Trump na frente da sede do Congresso dos EUA, Washington, 6 de janeiro de 2021
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Policial imobiliza manifestante favorável a Donald Trump na frente da sede do Congresso dos EUA, Washington, 6 de janeiro de 2021

EUA considera proibir compra de ações das chinesas Alibaba e Tencent

A administração Trump estaria considerando banir a negociação de ações nos EUA das empresas de Internet chinesas Alibaba e Tencent. As empresas seriam adicionadas à lista de companhias supostamente controladas pelo exército da China, reportou a Reuters. A medida deterioraria as relações entre Washington e Pequim, dias antes da posse de Biden. Nesta quarta-feira (6), a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE, na sigla em inglês) excluiu empresas chinesas do setor de telecomunicações como a China Telecom e a China Mobile de suas operações, observando diretriz do governo. Enquanto isso, a invasão do Capitólio nos EUA gerou onda de críticas contra Washington na Internet chinesa, reportou a AFP. "A [líder democrata] Nancy Pelosi um dia se referiu aos distúrbios em Hong Kong como 'uma bela cena a ser admirada'. Vamos ver se ela dirá o mesmo sobre os incidentes recentes no Capitólio", escreveu o jornal chinês Global Times.

© REUTERS / Tingshu WangLogotipo da gigante da Internet chinesa Tencent (foto referencial)
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Logotipo da gigante da Internet chinesa Tencent (foto referencial)

Sudão estabelece relações diplomáticas com Israel e acordo de ajuda econômica

Nesta quarta-feira (6), o Sudão estabeleceu formalmente relações diplomáticas com Israel durante visita inédita do secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, à capital sudanesa, Cartum. Para viabilizar o acordo, os EUA retiraram o Sudão da lista de países financiadores do terrorismo, o que abriu caminho para que Cartum recebesse ajuda econômica de instituições financeiras internacionais. "Esse acordo permitirá que o Sudão retome acesso a mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,3 bilhões) em financiamentos do Banco Mundial pela primeira vez em 27 anos" disse o ministro das finanças sudanês Heba Ahmed.

© AFP 2022Homem carrega seu filho durante protestos no Sudão pela manutenção da força de paz da ONU no país, no campo de Nyala, Darfur, 30 de dezembro de 2020
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Homem carrega seu filho durante protestos no Sudão pela manutenção da força de paz da ONU no país, no campo de Nyala, Darfur, 30 de dezembro de 2020

Kim Jong-un quer fortalecimento militar da Coreia do Norte

Nesta quinta-feira (7), o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pediu que a liderança do país foque no fortalecimento da capacidade militar norte-coreana, que possui programa nuclear e de mísseis controversos. O líder apresentou relatório pedindo que as "capacidades de defesa sejam colocadas em um nível mais elevado" e que metas sejam estabelecidas para seu desenvolvimento. A liderança norte-coreana encontra-se reunida em congresso geral do partido governante, evento celebrado a cada cinco anos, que reúne a alta cúpula do partido.

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