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Presidente Bolsonaro diz que compra de seringas está suspensa até que preços 'voltem à normalidade'

© REUTERS / Ueslei MarcelinoPresidente Jair Bolsonaro durante posse do novo ministro do Turismo, Gilson Machado, no Palácio do Planalto
Presidente Jair Bolsonaro durante posse do novo ministro do Turismo, Gilson Machado, no Palácio do Planalto - Sputnik Brasil
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (6) que o Ministério da Saúde só vai comprar seringas quando "os preços voltarem à normalidade".

Bolsonaro disse que estados e municípios têm estoques suficientes para começar a campanha de vacinação contra COVID-19, mas ele não deu detalhes sobre estes estoques.

"Como houve interesse do Ministério da Saúde em adquirir seringas para seu estoque regulador, os preços dispararam e o MS suspendeu a compra até que os preços voltem à normalidade", escreveu Bolsonaro em uma postagem no Facebook.

Ele também escreveu em sua postagem que cerca de 44 países estão vacinando, "contudo, a Pfizer vendeu para muitos desses apenas 10.000 doses. Daí a falácia da mídia, como se estivessem vacinando toda a população", completou o presidente.

Após o fracasso do Ministério da Saúde em sua última tentativa de compra de seringas e agulhas, o governo brasileiro decidiu proibir a exportação desses materiais. A decisão foi informada no domingo (3) pela secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia.

​Enquanto empresas brasileiras têm justificado a impossibilidade de fornecer o material ao país por já estarem comprometidas com o mercado internacional, em perfil nas redes sociais, o Ministério da Saúde chamou de "fake news" notícias sobre o desempenho do governo na busca por seringas.

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