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Japão está prestes a ter 1º banco vendedor dos dados de clientes

© AP Photo / Eugene HoshikoPessoas usando máscaras faciais protetoras para ajudar a conter a propagação do coronavírus em Tóquio, Japão
Pessoas usando máscaras faciais protetoras para ajudar a conter a propagação do coronavírus em Tóquio, Japão - Sputnik Brasil
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O conglomerado Mizuho começará a vender informações sobre os hábitos de gastos dos consumidores e outros dados agregados em uma tentativa de expansão além da atividade tradicional de concessão de empréstimos.

O grupo financeiro Mizuho se tornará o primeiro banco do Japão a começar a vender dados de seus clientes, como informações dos hábitos de gastos dos consumidores, confirmou em entrevista à agência Bloomberg Koji Fujiwara, diretor-executivo da principal unidade bancária do conglomerado.

"Nós vamos oferecer um serviço de dados para clientes corporativos", declarou Fujiwara. "Dispomos de uma grande quantidade de dados, como contas, transações e informação de empréstimos."

Ao mesmo tempo, o diretor-executivo insistiu que os dados serão generalizados e anônimos, não se tratando de compartilhamento de dados pessoais dos consumidores.

Novos motores de crescimento

Bancos de todo o mundo estão encontrando formas de monetizar dados de seus clientes, do mesmo modo como gigantes tecnológicos Facebook e Alphabet, uma prática que "os faz pisar em uma linha fina para proteger a privacidade", segundo Bloomberg. Os bancos ganharão rendimento de pelo menos 1% ou 2%, se puderem aproveitar o compartilhamento destes dados.

No Japão, o novo negócio é possível devido a uma desregulamentação destinada a apoiar à indústria bancária em dificuldades. Os dados e a tecnologia digital são áreas-chave para Mizuho e seus concorrentes japoneses na procura de novos motores de crescimento, à medida que as taxas de juro baixas e demanda fraca corroeram suas perspectivas de conceder empréstimos.

O novo serviço de Mizuho poderia ser útil, por exemplo, para que varejistas e donos de restaurantes escolham localizações privilegiadas de acordo com rendimentos, gastos e outras estatísticas de estilo de vida dos residentes, explicou Fujiwara.
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