Contrair coronavírus novamente faz imunidade ser ativada em 2 dias, afirma especialista

© REUTERS / Kim Hong-JiPassageiros em máscaras no Aeroporto Internacional de Gimpo em Seul
Passageiros em máscaras no Aeroporto Internacional de Gimpo em Seul - Sputnik Brasil
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Em meio a relatos de casos de COVID-19 em pessoas que já foram previamente infectadas, um professor de epidemiologia russo concluiu que o sistema imunológico é "mais forte" na segunda infecção.

Quando uma pessoa é infectada pelo coronavírus pela segunda vez, as defesas do corpo são ativadas em dois dias, não em 14, afirmou Aleksandr Gintsburg, diretor do Centro Nacional de Pesquisa em Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya da Rússia.

"Se encontrarmos este vírus uma segunda vez, nosso sistema imunológico entra na luta com o patógeno não em duas semanas, como em um primeiro encontro, mas literalmente em dois dias, de modo que não deixa nenhuma chance para o patógeno se multiplicar e desencadear o processo infeccioso", disse o professor ao canal russo Rossiya 24.

O cientista também disse que a mortalidade por coronavírus na Rússia é de três a quatro vezes menor do que em outros países porque a imunidade dos russos é maior do que a dos residentes na Europa e nos Estados Unidos.

"Não só menor, mas três ou quatro vezes inferior, porque a imunidade da população, estou mais do que certo, é muito maior entre nossos cidadãos do que entre os residentes europeus e norte-americanos", ressaltou.

Gintsburg também observou que uma vacina contra COVID-19 está sendo testada em um pequeno número de voluntários.

"Em uma situação de emergência, onde vivemos atualmente, diante de uma pandemia, estão sendo feitos testes em um número muito pequeno de voluntários, e está sendo obtida permissão para a circulação civil desta droga", acrescentou Aleksandr Gintsburg.

Segundo o biólogo, quando a vacina for aplicada entre a população, as observações das propriedades e da eficácia do medicamento continuarão.

Até hoje, a Rússia tem 290.678 pessoas infectadas com o coronavírus SARS-CoV-2, incluindo 2.722 mortes, de acordo com a Universidade Johns Hopkins, EUA.

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