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Bolívia nomeia embaixador nos EUA após 11 anos

© REUTERS / Marco BelloAutoproclamada presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, durante cerimônia de posse de novo comandante da polícia boliviana
Autoproclamada presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, durante cerimônia de posse de novo comandante da polícia boliviana - Sputnik Brasil
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A Bolívia nomeou seu primeiro embaixador nos Estados Unidos em 11 anos, medida implementada pelo governo interino como parte da reformulação da política externa do país após a renúncia de Evo Morales.

Em 2008, os governos americano e boliviano expulsaram mutuamente seus embaixadores. Desde então, a relação diplomática entre os dois países não se normalizou. 

O ministério das Relações Exteriores da Bolívia nomeou para o posto o diplomata Walter Oscar Serrate Cuellar. A indicação precisa ser aprovada pelo Congresso. Em outros passos da nova política externa, o governo interino rompeu laços com Cuba e Venezuela. 

Cuellar atuou no passado como embaixador e representante permanente da Bolívia nas Nações Unidas. 

Evo Morales, que governou o país por quase 14 anos, renunciou ao cargo no dia 10 de novembro e se exilou no México. A crise boliviana começou após as eleições de 20 de outubro, vencidas pelo líder indígena, mas que foi colocada sob suspeita pela oposição. 

Uma onda de protestos tomou conta do país e os militares chegaram a sugerir a saída de Morales, o que forçou sua renúncia. Ele diz ter sido vítima de um golpe. Em seguida, a senadora Jeanina Áñez se declarou presidente interina. 

O parlamento boliviano, liderado pelo partido de Morales, o Movimento para o Socialismo (MAS), aprovou lei para convocar eleições gerais no ano que vem.

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