Trump afirma que sua abordagem quanto à Venezuela pode 'mudar a qualquer momento'

© REUTERS / KEVIN LAMARQUEPresidente dos EUA, Donald Trump, durante a cúpula do G20, em Osaka, no Japão
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante a cúpula do G20, em Osaka, no Japão - Sputnik Brasil
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O presidente estadunidense disse durante a coletiva de imprensa, após o segundo dia da cúpula do G20 que está decorrendo em Osaka no Japão, que tem vários planos para a Vanezuela.

Durante a coletiva de imprensa na cúpula do G20, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse ter "cinco estratégias diferentes" quanto à Venezuela, ao mesmo tempo esclarecendo que a sua abordagem do problemas da Venezuela poderia mudar em qualquer momento.

"Tenho muitas estratégias. Tenho cinco estratégias, posso mudar a qualquer momento", disse Donald Trump respondendo à pergunta de um jornalista sobre se ainda acredita na estratégia de apoio a Juan Guaidó, que no passado dia 23 de janeiro se autoproclamou "presidente interino" da Venezuela.

O Departamento do Tesouro dos EUA anunciou na quinta-feira (27) a inclusão de dois ex-membros do Governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro na lista SDN (lista de cidadãos nacionais especialmente designados e pessoas interditas de entrar no país) do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), tendo estes também sido acusados de lavagem de dinheiro.

Um dia depois, fez o mesmo com o filho do presidente venezuelano Nicolás Maduro. A aplicação de sanções em relação a funcionários e ex-funcionários venezuelanos por parte da Casa Branca tem sido constante desde o passado mês de janeiro, quando Washington reconheceu Guaidó com presidente interino.

Por sua vez, Caracas anunciou na sexta-feira (28) que tomará "medidas firmes" para responsabilizar o governo dos EUA perante a comunidade internacional pelos "crimes confessados cometidos nos últimos meses contra o povo da Venezuela, sua democracia e instituições", de acordo com o comunicado emitido pelo Ministério dos Assuntos Exteriores venezuelano.

O texto condena a "flagrante violação" dos direitos internacionais e as "restrições ao nível econômico e humanitário" impostas por Washington.

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