10:52 19 Junho 2021
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    Situação mundial da COVID-19 no início de fevereiro de 2021 (80)
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    Kirill Dmitriev, CEO do Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo), diz que não há mais o que dizer contra a vacina após a revista The Lancet divulgar a eficácia do imunizante em 91,6%.

    Aqueles que duvidavam da vacina russa Sputnik V agora não têm mais motivos para criticar, afirmou Kirill Dmitriev, CEO do Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo). A revista científica The Lancet garantiu, nesta terça-feira (2), a eficácia do imunizante em 91,6% contra a COVID-19 após os testes da fase três.

    "Muitos tiveram dúvidas, mas o artigo do The Lancet fornece os dados e dá as respostas a todas as perguntas. Vemos que os críticos passaram a silenciar recentemente, porque não há nada para dizer", disse Dmitriev.
    Produção da vacina Sputnik V em São Petersburgo, na Rússia
    © REUTERS / Anton Vaganov
    Produção da vacina Sputnik V em São Petersburgo, na Rússia

    A Sputnik V foi a primeira vacina contra a COVID-19 registrada oficialmente no mundo para uso emergencial, na Rússia, em 11 de agosto. Em dezembro, o país iniciou a imunização em larga escala.

    A Rússia produz a vacina para uso doméstico por conta própria e também já fechou acordos com diversos fabricantes estrangeiros para exportar doses. O RFPI tem liderado os esforços para promover o imunizante no exterior.

    Tema:
    Situação mundial da COVID-19 no início de fevereiro de 2021 (80)

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    Tags:
    Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI), Rússia, Sputnik V, imunizante, vacina, novo coronavírus, COVID-19
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