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    "Podemos comentar com pesar", disse porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, à imprensa nesta quinta-feira (22).

    O diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, John Ratcliffe, declarou em entrevista coletiva na noite de quarta-feira (21) que a Rússia obteve dados sobre os eleitores americanos.

    A denúncia foi prontamente negada por Moscou. Dmitry Peskov acrescentou que as acusações contra a Rússia são lançadas todos os dias, e "todas são absolutamente infundadas".

    John Ratcliffe afirmou que o Irã enviou e-mails falsos para "intimidar os eleitores, incitar a agitação social e prejudicar o presidente dos Estados Unidos", Donald Trump. Ratcliffe especificou que os agentes de inteligência dos EUA não detectaram ações semelhantes da Rússia, mas que este país obteve informações sobre os eleitores.

    Presidentes de Rússia e EUA, Vladimir Putin e Donald Trump posam lado a lado durante encontro do G20, em Osaka
    © AP Photo / Mikhail Klimentyev / Sputnik
    Presidentes de Rússia e EUA, Vladimir Putin e Donald Trump posam lado a lado durante encontro do G20, em Osaka
    O porta-voz do Kremlin rebateu e reiterou repetidamente que as alegações dos EUA sobre tentativas de Moscou de influenciar processos democráticos em outros países são irreais.

    Em uma entrevista recente ao canal televisão russo Rossiya 1, no dia 7 de outubro, o presidente Vladimir Putin enfatizou que sua posição é de cooperar com qualquer um dos eleitos no pleito dos Estados Unidos, a quem o povo norte-americano tenha demonstrado confiança. Na ocasião, o líder russo também denunciou "uma dura retórica antirrussa" pelos democratas.

    "Nós trabalharemos com qualquer futuro presidente dos EUA, com a pessoa que vai ganhar confiança da população norte-americana", concluiu Putin.

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    Tags:
    Vladimir Putin, Donald Trump, Eleições 2020 nos EUA, interferência russa, Kremlin, EUA, Rússia
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