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    "Exigimos um alto preço do Hamas após sua agressão insuportável", afirmou nesta sexta-feira (21) o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

    Menos de 24 horas após o acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo palestino Hamas ter entrado em vigor, Benjamin Netanyahu fez novas declarações. O primeiro-ministro israelense afirmou que Tel Aviv atingiu a capacidade do Hamas de disparar e lançar mísseis e preveniu o grupo palestino sobre futuros ataques com foguetes.

    Falando a repórteres nesta sexta-feira (21), Netanyahu apontou que "nem tudo é de conhecimento público ainda, nem do Hamas" e que "toda a gama de realizações [dos militares israelenses] será revelada ao longo do tempo".

    O primeiro-ministro israelense acrescentou: "Posso dizer que fizemos coisas novas e ousadas, se fosse necessário fazer uma invasão terrestre, teríamos feito, mas pensei que poderíamos atingir o objetivo de maneiras mais seguras".

    Palestinos comemoram cessar-fogo em meio às ruínas na Faixa de Gaza, 21 de maio de 2021
    © REUTERS / Mohammed Salem
    Palestinos comemoram cessar-fogo em meio às ruínas na Faixa de Gaza, 21 de maio de 2021

    Cessar-fogo

    O gabinete de segurança de Israel aprovou na quinta-feira (20) o cessar-fogo em Gaza após 11 dias de combate com o Hamas, colocando fim a 11 dias de intenso conflito entre as partes. Mediado pelo Egito, o acordo foi aprovado por unanimidade pelo gabinete de segurança de Israel.

    O Hamas afirmou que vai observar seus termos, mas alertou estará "com os dedos no gatilho" e prometeu "continuar a expandir as capacidades da resistência [palestina]".

    Durante o conflito, cerca de 232 palestinos morreram, incluindo 65 crianças. Em Israel, cerca de 12 pessoas faleceram, incluindo duas crianças. As Forças de Defesa de Israel (FDI) declararam ter eliminado 160 combatentes palestinos.

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    Tags:
    Hamas, Gaza, EUA, Israel
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