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    Desde fevereiro de 2017, Pyongyang realizou 22 lançamentos experimentais de seus mísseis, inclusivamente mísseis intercontinentais, que provavelmente são capazes de atingir o território dos EUA.

    Apesar de que a Coreia do Norte se encontra à distância de 10.300 km do território continental estadunidense, o chefe do Centro Nacional de Inteligência Aérea e Espacial (NASIC, National Air and Space Intelligence Center), coronel Sean Larkin, confirmou que todos os estados do seu país estão dentro do alcance dos mísseis norte-coreanos, sendo a Califórnia o estado mais próximo.

    No entanto, em declaração ao canal CBN News, Larkin assegurou que o NASIC efetua uma vigilância permanente dos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte para proteger os Estados Unidos.

    Assim, a equipe de especialistas analisa imagens obtidas por satélite para detectar quaisquer sinais de que Pyongyang está se preparando para usar armas desse tipo. A Coreia do Norte tem capacidade de equipar mísseis balísticos intercontinentais (ICBM), que possuem um alcance mínimo de 5.500 km, com cargas nucleares.

    Durante os teste de ICBM, os norte-coreanos demostraram que podem atingir qualquer estado norte-americano, assegurou Larkin.

    A tensão entre Pyongyang e Washington aumentou depois das manobras conjuntas da Coreia do Sul e EUA para treinar um ataque contra Coreia do Norte em caso de guerra. A Coreia do Norte se sentiu ameaçada e passou a aumentar seu potencial de mísseis e nuclear.

    Além disso, no sábado passado (28), o secretário de Defesa norte-americano, James Mattis, advertiu Pyongyang de que "qualquer ataque contra os Estados Unidos ou nossos aliados, e qualquer uso de armas nucleares por parte da Coreia do Norte, terá uma resposta militar massiva".

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    Tags:
    satélites, vigilância, inteligência, estados, testes balísticos, lançamento, icbm, programa de mísseis balísticos, programa nuclear, Pyongyang, Califórnia, Coreia do Norte, EUA
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