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    Seis dias após bombardeiros B-1B dos Estados Unidos sobrevoarem a fronteira entre as duas Coreias, Pyongyang respondeu.

    Por meio de um editorial publicado pela agência de notícias Uriminzokkiri, a Coreia do Norte considerou o ato um episódio "imensamente perigoso e imprudente".

    "A bravata juvenil e belicista dos Estados Unidos está alimentando a vontade de retaliação entre dezenas de milhões de nossos soldados e civis", afirma o texto. "Nossas forças armadas foram altamente motivadas para derrubar os vôos dos EUA que procurem invadir nossos céus".

    De acordo com o Pentágono, o voo dos bombardeiros teve como objetivo mostrar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, "tem muitas opções militares para vencer qualquer ameaça". "Esta é uma demonstração da vontade dos EUA", disse Dana White, porta-voz do Pentágono.

    Segundo o jornal Korean Times, neste ano os bombardeiros estadunidenses sobrevoaram a península da Coreia por 19 vezes — mas sempre em exercícios conjuntos com a Coreia do Sul. O mais recente voo dos bombardeiros B-1B, todavia, foi realizado de maneira unilateral. 

    Ainda assim, informa o Korean Times, o presidente sul-coreano Moon Jae-in teria sido avisado e consentido com a missão. 

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    Tags:
    Pentágono, Dana White, Moon Jae-in, Donald Trump, Estados Unidos, Coreia do Norte
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