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    Operação para encontrar e recuperar os corpos das vítimas no local do acidente do Airbus A321 russo no Egito, 3 de novembro de 2015

    Bomba de plástico pode ter explodido a bordo do A321 russo

    © Sputnik / Rafael Daminov
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    O atentado a bordo do avião russo A321 foi realizado com o uso de um dispositivo artesanal feito do explosivo plástico C-4, informa o jornal russo Kommersant citando uma fonte que conhece os detalhes da investigação.

    “O serviço de inteligência russo determinou que [o dispositivo] podia ser feito com o uso do explosivo plástico C-4 que foi elaborado pelos EUA e agora é produzido em muitos países”, esclarece o jornal russo.

    Destaca-se que este fato amplia significativamente a lista de criminosos potenciais que podem ser envolvidos no atentado e pode obstaculizar o processo de busca de responsáveis pela tragédia no céu do Sinai.

    Segundo a fonte, o engenho explosivo foi levado a bordo por um professional que tem sido treinado antes. Alegadamente, foi um funcionário do aeroporto de Sharm el-Sheikh.

    A bomba alegadamente foi uma lata do refrigerante Schweppes com 200-300 gramas do explosivo foi instalada debaixo dum assento na fuselagem do avião. Segundo os dados preliminares, em resultado da explosão a fuselagem do avião foi perfurada que levou à despressurização do A321.

    A maior catástrofe aérea na história da aviação russa e soviética ocorreu em 31 de outubro: o avião A321 da companhia aérea Kogalymavia que efetuou o voo Sharm el-Sheikh – São Petersburgo caiu na Sinai. No acidente morreram 217 passageiros e sete membros da tripulação. Na terça-feira (17) o chefe do Serviço Federal de Segurança russa (FSB), Aleksandr Bortnikov, concluiu que a razão da queda foi o atentado terrorista.

    Tags:
    tragédia, explosivo, bomba, avião, A321, Egito, Rússia
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