01:22 24 Julho 2019
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    Península do Sinai, Egito

    Washington não exclui possibilidade de terrorismo na queda do avião russo no Egito

    © AP Photo / Ahmed Abd El Latif
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    Queda do A321 russo no Egito (60)
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    No último dia 31 de outubro, um Airbus A321 operado pela companhia aérea russa Kogalymavia caiu na península do Sinai, no Egito. Todas as 224 pessoas a bordo morreram no que se tornou o maior desastre da aviação civil na história russa e soviética.

    Em entrevista nesta quinta-feira (5), o secretário de imprensa da Casa Branca, Josh Earnest, disse que os Estados Unidos ainda não excluíram a possibilidade de um ataque terrorista ao avião russo. 

    "Neste momento, os EUA não fizeram nossa própria determinação sobre a causa do incidente", disse Earnest. "No entanto, não podemos descartar nada, incluindo a possibilidade de envolvimento terrorista".

    Na quarta-feira (4), o governo do Reino Unido disse que havia suspeitas de que o avião de passageiros russo poderia ter sido abatido por um projétil e, com a justificativa, suspendeu todos os voos de partida e chegada ao aeroporto egípcio de Sharm el-Sheikh, além de ter decretado medidas de segurança adicionais.

    No começo do dia, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que era prematuro apontar uma teoria específica sobre o que pode ter causado a tragédia.

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    Queda do A321 russo no Egito (60)

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    Tags:
    bomba, míssil, aeroporto, acidente aéreo, tragédia, A321, Airbus, voos, segurança, passageiros, avião, queda, terrorismo, Casa Branca, Kremlin, Dmitry Peskov, Josh Earnest, Sharm El-Sheikh, EUA, Egito, Rússia, Península do Sinai, Sinai
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