05:14 23 Setembro 2018
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    Displaced Iraqis, who had fled their homes after an offensive led by the Islamic State (IS) jihadist group, gather near tents provided by the United Nations High Commission for Refugees (UNHCR) at the Ayden camp, an extension of the larger Aliama camp, in the town of Khanaqin, 160 kms northeast of Baghdad, on September 27, 2014

    Estado Islâmico força fuga de mais de 3 milhões de iraquianos, diz ONU

    © AFP 2018 / SAFIN HAMED
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    Estado Islâmico: pior ameaça mundial (299)
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    A ONU informou, nesta terça-feira, que o número de desalojados dentro do Iraque por causa da violência do grupo extremista Estado Islâmico superou 3 milhões em um ano e meio, um sombrio marco para o país assolado pela guerra.

    A declaração da Organização Internacional para as Imigrações (OII) da ONU apontou que pelo menos 3,09 milhões de pessoas foram desalojadas entre janeiro de 2014 e 04 de junho deste ano em 18 províncias iraquianas.

    A maioria dos desalojados é da província de Anbar, com mais de 276 mil pessoas refugiadas entre abril e junho, em meio ao combate em Ramad, capital da província. O governo iraquiano eventualmente perdeu o controle da cidade.

    A OII também afirma que mais de 2 milhões de desalojados estão abrigados provisoriamente em casas particulares, enquanto mais de 638 mil pessoas foram instaladas em abrigos.

    Militantes do Estado Islâmico
    © AP Photo / Raqqa Media Center of the Islamic State group
    No mês passado, o ministro russo de Relações Exteriores, Sergei Lavrov, disse que a Rússia e os Emirados Árabes Unidos vão aumentar a cooperação na luta contra o terrorismo no Oriente Médio.

    "Os atos do chamado Estado Islâmico são um desafio real para a estabilidade e a segurança no Oriente Médio e no Norte da África", destacou Lavrov durante entrevista coletiva ao lado do chanceler árabe, Abdullah Bin Zayed Al Nahyan. A fim de combatê-lo, "Rússia e Emirados Árabes unirão forças no domínio antiterrorista sob o formato bilateral e também internacional", completou.

    Para a chancelaria russa, as ações norte-americanas contra o EI ainda não produziram os resultados desejáveis por conta dos duplos padrões utilizados por Washington, que permitem aos terroristas agir de maneira mais organizada e, segundo comunicado oficial, "não hesitar em perpetrar os crimes mais hediondos na realização do seu objetivo, a criação de um califado transfronteiriço em um vasto território de Damasco a Bagdá."


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    Estado Islâmico: pior ameaça mundial (299)

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    Tags:
    terroristas, terrorismo, desalojados, ONU, Estado Islâmico, Iraque
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