04:53 27 Julho 2021
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    • Pesquisadores se preparam para transferir a múmia egípcia de Bergamo para Milão, Itália, 21 de junho de 2021
    • Técnicos de radiologia e os pesquisadores olham para tela de computador, Milão, Itália, 21 de junho de 2021
    • Múmia egípcia e seu caixão no Museu Arqueológico Cívico de Bergamo, Itália, 21 de junho de 2021
    • Pesquisadores se preparam para transferir a múmia egípcia de Bergamo para Milão, Itália, 21 de junho de 2021
    • Pesquisadores se preparam para mover a múmia egípcia do Museu Arqueológico Cívico de Bergamo para o Hospital Policlínico de Milão para fazer tomografia computorizada a fim de estudar sua história, Bergamo, Itália, 21 de junho de 2021
    • Múmia egípcia durante a tomografia computorizada para pesquisar sua história, Museu Arqueológico Cívico de Bergamo, Itália, 21 de junho de 2021
    • Mãos de um pesquisador enquanto se prepara para mover a múmia egípcia de Bergamo para Milão, Bergamo, Itália, 21 de junho de 2021
    • Técnico de radiologia escaneia a múmia egípcia para pesquisar sua história no Hospital Policlínico de Milão, Itália, 21 de junho de 2021
    © REUTERS / Flavio Lo Scalzo
    Pesquisadores se preparam para transferir a múmia egípcia de Bergamo para Milão, Itália, 21 de junho de 2021.

    A múmia de Anquefenconsu, um sacerdote do Antigo Egito, foi transferida do Museu Arqueológico Cívico de Bergamo para o Hospital Policlínico de Milão para fazer uma tomografia computorizada.

    Os pesquisadores acreditam que podem reconstruir a vida e morte do sacerdote egípcio e entender que tipos de produtos foram usados para mumificar o corpo.

    "O estudo de doenças e feridas antigas é importante para a pesquisa médica moderna [...] podemos estudar o câncer ou arteriosclerose do passado e isso pode ser útil para a pesquisa moderna", disse Sabina Malgora, diretora do Projeto de Pesquisa Múmia.

    A informação sobre o nome da múmia vem de seu sarcófago datado de 900 a 800 a.C. O nome Anquefenconsu, o que significa "Deus Consu é vivo", está escrito cinco vezes no caixão.

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    Tags:
    pesquisa, história, múmia, Egito, cientistas, Itália
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