01:17 28 Janeiro 2020
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    A Grécia concedeu um contrato de US$ 280 milhões (cerca de R$ 1,13 bilhão) para a empresa Lockheed Martin modernizar a frota de caças F-16 de Atenas. Apesar de repetidos cortes no orçamento grego, os gastos militares seguem em alta.

    O governo grego concedeu um contrato de US$ 280 milhões (cerca de R$ 1,13 bilhão) para a empresa norte-americana Lockheed Martin, que deve modernizar a frota de caças F-16 do país, reportou a agência de notícias local Athens-Macedonia.

    As partes fecharam o contrato nesta semana e estão definindo a participação de uma fornecedora grega no negócio.

    A Grécia tem uma frota de 150 caças F-16, dos quais 84 devem ser renovados para a classe Viper até 2027, informou o ministro da Defesa do país, Nikos Panagiotopoulos, no início deste mês. O custo total da modernização foi estimado em US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 6 bilhões), conforme reportou a AP.

    Apesar da política de austeridade adotada pela Grécia desde sua crise da dívida, desde 2015 os gastos militares de Atenas seguem crescendo.

    Base aérea de Araxos, Grécia (foto de arquivo)
    © AP Photo / Geert Vanden Wijngaert
    Base aérea de Araxos, Grécia (foto de arquivo)

    As Forças Armadas são um fator importante no país, que enfrenta tensões com a vizinha e Turquia. Os países, ambos membros da OTAN, enfrentam desavenças referentes ao status da ilha de Chipre.

    Recentemente, atividades de exploração de petróleo na região da ilha dividida geraram protestos por parte de Atenas. Além disso, o recente acordo firmado entre Turquia e Líbia para definir suas fronteiras marítimas também foi motivo de insatisfação.

    Ancara provocou protestos em Washington pela compra de sistema de defesa antiaéreo russo S-400, e sugeriu que também poderia começar a adquirir jatos de combate russos, reportou a DW.

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    Tags:
    Lockheed Martin, EUA, S-400, F-16, Turquia, Grécia
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