19:36 15 Dezembro 2017
Ouvir Rádio
    Um navio militar da Federação da Rússia atravessa o estreito de Bósforo, em Istambul, em 6 de outubro de 2015

    Turquia desmente informações que alertavam para ataques do Daesh contra navios russos

    © AP Photo/
    Europa
    URL curta
    0 01

    A Turquia acaba de desmentir rumores divulgados anteriormente pela mídia turca alegando que os militantes do Daesh poderiam atacar navios com foguetes.

    A informação apurada vem dos serviços de segurança de Istambul.

    Mais cedo, o portal Haberturk tinha divulgado rumores alegando que o serviço de inteligência turco teria obtido informações sobre possíveis ataques contra navios da Marinha da Rússia, que atravessam o estreito de Bósforo, preparados pelos militantes do Daesh, grupo terrorista ativo no Oriente Médio reconhecido como grupo terrorista pela ONU e proibido em uma série de países, inclusive os EUA.

    Os rumores sugeriam inclusive que as forças de segurança de Istambul teriam começado a vigiar os 146 pontos na região do Bósforo de onde estes ataques poderiam ser realizados.

    "Não houve nenhum alerta nem nenhuma informação da parte dos serviços de inteligência sobre um eventual ataque por militantes do Daesh contra navios militares russos. A proteção dos navios militares que atravessam o estreito é realizada em regime ordinário, é um procedimento rotineiro, que visa protegê-los e acompanhá-los, sem que este acompanhamento tenha o objetivo de protegê-los concretamente do Daesh. No que toca aos detalhes sobre os 146 pontos de observação e o resto: pode ser que alguns meios de comunicação tenham chegado a saber disso pela primeira vez e se perguntassem: o que isso quer dizer? Provavelmente eles terão decidido que era uma ameaça do Daesh, e daí escreverem sobre isso", disse à Sputnik uma fonte nos serviços de segurança de Istambul.

    Telegram

    Siga Sputnik Brasil no Telegram. Todas as notícias mundiais do momento em um só canal. Não perca!

    Tags:
    Daesh, Estreito de Bósforo, Istambul, Turquia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik