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    O maior jogador de futebol da história da Argentina, Diego Maradona, morreu nesta quarta-feira (25), aos 60 anos de idade. A informação foi divulgada pelo jornal argentino Clarín.

    De acordo com a publicação do jornal argentino, ele estava em sua casa em Tigre e sofreu uma parada cardiorrespiratória. No início do mês Maradona havia sofrido uma delicada cirurgia no cérebro, recebendo alta oito dias depois.

    A Federação Argentina de Futebol, por meio de seu presidente Claudio Tapia, expressa sua mais profunda tristeza pela morte de nossa lenda, Diego Armando Maradona.

    Você sempre estará em nossos corações​

    O presidente da Argentina, Alberto Fernández, também se manifestou através das redes sociais, afirmando que o ex-jogador foi "o maior de todos". 

    Você nos levou ao topo do mundo. Nos fez imensamente felizes. Você foi o maior de todos.

    Obrigado por ter existido, Diego. Sentiremos sua falta para o resto da vida.

    Nascido em 30 de outubro de 1960 em Lanús, na província de Buenos Aires, Diego Armando Maradona foi ídolo em clubes como o Boca Juniors e Napoli. 

    Em uma trajetória marcada pela genialidade em campo e pelas polêmicas fora dele, o ex-jogador atuou pela seleção da Argentina em 91 jogos e jogou quatro Copas do Mundo: 1982, 1986, 1990 e 1994. Na última destas edições, nos EUA, viveu um dos piores momentos de sua carreira, quando foi pego no exame antidoping ainda na primeira fase.

    Diego Maradona é carregado após ganhar a Copa do Mundo de 1986, no México.
    © REUTERS / Gary Hershorn
    Diego Maradona é carregado após ganhar a Copa do Mundo de 1986, no México.

    O ídolo argentino venceu a Copa do Mundo de 1986 pela seleção de seu país, eternizando lances históricos, entre eles o gol conhecido como "mão de Deus" contra a seleção da Inglaterra.

    A morte de Maradona aconteceu no mesmo dia em que morreu o líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, que faleceu em 25 de novembro de 2016. Ambos foram amigos por décadas e nutriam grande admiração mútua.

    O ex-líder cubano chegou a ajudar Maradona a se recuperar do vício de drogas em 2000, quando Fidel Castro colocou uma clínica inteira a disposição do ex-craque argentino.

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    Tags:
    Copa do Mundo, doenças cardiovasculares, futebol, Argentina, Diego Maradona
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