08:42 25 Outubro 2021
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    Almirante Philip Davidson, chefe do Comando Indo-Pacífico dos EUA, afirmou que a administração Biden deve avançar com vendas de armas significativas a Taiwan para permitir que a ilha se defenda de qualquer ameaça militar da China.

    "Encorajar o aumento das capacidades de Taiwan é uma abordagem muito importante. Vendas consistentes de armas dos EUA a Taiwan [são] de extrema importância", afirmou o almirante norte-americano.

    As vendas contínuas de armas de Washington a Taipé foram essenciais para permitir a Taiwan manter uma capacidade de autodefesa e dissuasão suficiente para "combater se os taiwaneses forem chamados", ressaltou.

    "Estou profundamente preocupado com os próximos seis anos, dado o número de caças, bombardeiros e navios – a mudança de capacidade – para o Exército de Libertação Popular [da China]", comentou o almirante.
    Mísseis de cruzeiro Wan Chien desenvolvidos por Taiwan e mísseis antinavio AGM-84 Harpoon dos EUA em frente a caça F-CK-1C/D na Base Aérea Makung
    Mísseis de cruzeiro Wan Chien desenvolvidos por Taiwan e mísseis antinavio AGM-84 Harpoon dos EUA em frente a caça F-CK-1C/D na Base Aérea Makung

    Nesta segunda-feira (1º), o Comando Indo-Pacífico entregou ao Congresso um plano de US$ 27,3 bilhões (R$ 153,5 bilhões) para adquirir novos sistemas de defesa antimísseis, implantar sistemas de radar e mísseis de defesa no solo e lançar satélites. A proposta de reforço apresentada foi vista como tendo objetivo de confrontar e dissuadir a China.

    Vale ressaltar que, recentemente, Wu Qian, porta-voz do Ministério da Defesa da China, disse que Taiwan é uma parte da China, advertindo que independência da ilha "significa uma guerra".

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    Tags:
    venda de armas, China, EUA, tensão militar, Estreito de Taiwan, Exército Popular de Libertação (EPL)
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