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    Testes do míssil balístico intercontinental Sarmat, 29 de março de 2018

    Mídia chinesa considera novo armamento da Rússia pesadelo para EUA e OTAN

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    A entrada em serviço do míssil balístico intercontinental russo Sarmat em 2020 pode se tornar um enorme problema para a defesa militar dos EUA e da OTAN, segundo edição chinesa.

    De acordo com o artigo do portal chinês Sina, os mísseis deste tipo se destinam a substituir o míssil intercontinental R-36 Voevoda.

    A publicação indica que o alcance do Sarmat, que é de 18 mil quilômetros e pode incluir até 16 ogivas nucleares, seria suficiente para "destruir todos os alvos em um território do tamanho do estado [americano] do Texas ou da França".

    Além disso, a edição também chama a atenção para o desenvolvimento pela Rússia da ogiva supersônica Avangard.

    Essas armas constituem uma ameaça que pode "forçar o Ocidente a rever sua estratégia de defesa e dissuasão nuclear", destaca o portal.

    Testes de lançamento de mísseis Sarmat
    Ministério da Defesa da Rússia
    Testes de lançamento de mísseis Sarmat

    "A Rússia está claramente à frente dos EUA e da OTAN no campo das armas hipersônicas", cita o autor do artigo as palavras de especialistas militares americanos.

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    Tags:
    armas russas, Sarmat, Rússia, EUA, OTAN
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