07:46 14 Novembro 2019
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    Uma bateria do sistema de defesa aérea dos EUA Patriot (foto de arquivo)

    Chefe do Pentágono apoia instalação mais rápida de mísseis americanos na Ásia

    © Sputnik / Igor Zarembo
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    Mark Esper, chefe do Pentágono, disse no dia seguinte ao fim do tratado INF que era a favor da instalação antecipada de novos mísseis na Ásia, informou a Reuters.

    A resposta de Esper à pergunta sobre a possibilidade de instalar mísseis terrestres de alcance médio e intermediário na Ásia é citada pela agência como: "Sim, eu gostaria."

    "Eu gostaria de contar com isso daqui a alguns meses, mas essas coisas normalmente demoram mais do que o esperado", acrescentou Esper.

    Em 2 de agosto, o tratado INF deixou de vigorar. No início deste ano, Washington anunciou sua retirada unilateral do acordo, acusando a Rússia de sua contínua violação. Moscou negou todas as acusações.

    No início de julho, o presidente russo Vladimir Putin assinou uma lei que suspende o tratado. A Rússia declarou repetidamente que cumpre integralmente os termos do tratado INF. O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, observou que Moscou tem algumas questões muito sérias sobre o cumprimento do tratado por parte dos americanos.

    Último tratado sobre limitações

    O Tratado de Redução de Armas Estratégicas (Novo START), assinado em 2010, continua sendo o único tratado em vigor entre a Rússia e os Estados Unidos sobre limitação de armamentos.

    O acordo expira em fevereiro de 2021 e, até agora, o governo dos EUA ainda não anunciou se Washington pretende prorrogá-lo.  Anteriormente, o conselheiro presidencial de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, disse que é improvável que o Novo START seja prorrogado porque tem deficiências. Por seu lado, a Rússia tem afirmado repetidamente que está disposta a discuti-lo.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que gostaria de elaborar um novo acordo nuclear trilateral entre a Rússia, a China e os Estados Unidos. No entanto, esta ideia foi rejeitada em Pequim.

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    Tags:
    mísseis, Ásia, EUA, Pentágono
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