13:51 25 Setembro 2018
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    USS John C. Stennis (CVN-74), um super-porta-aviões de propulsão nuclear norte-americano da classe Nimitz

    Mídia americana diz o que pode acontecer se navios dos EUA se aproximarem de enclave russo

    © flickr.com/ U.S. Pacific Command
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    Os porta-aviões norte-americanos da classe Nimitz e Ford são volumosos demais para cumprirem missões no mar Báltico, o que os tornaria vulneráveis ao se aproximarem da cidade russa de Kaliningrado, escreveu a revista norte-americana The National Interest.

    De acordo com a edição, os porta-aviões dos EUA possuem capacidades limitadas em um provável palco europeu de ações militares. A principal ameaça para eles, segundo a revista, são os mísseis de cruzeiro antinavio de baseamento naval e costeiro.

    Além disso, a Rússia dispõe de mísseis antinavio P-800 Oniks de variado baseamento, que são capazes de realizar ataques de precisão contra qualquer alvo. 

    De acordo com os dados da revista norte-americana, o raio de ação dos mísseis Oniks lançados a partir da versão de exportação do sistema Bastion corresponde aproximadamente a 300 km.

    A versão "doméstica" do Bastion é capaz de lançar mísseis a uma distância de cerca de 600 km, o que significa que a maior parte da região do Báltico pode ser atingida pelos armamentos costeiros russos.

    Além disso, de acordo com The National Interest, apesar de vários navios de guerra russos no mar Báltico estarem obsoletos, eles estão dotados de potentes armas antinavio. Além disso, a região de Kaliningrado dispõe de outros meios de proteção, incluindo sistemas de defesa antiaérea S-300 e S-400, que também representam ameaça para os EUA em caso de um conflito. 

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    Tags:
    mísseis de cruzeiro, proteção, porta-aviões, The National Interest, Kaliningrado, EUA, Rússia
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