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    Pandemia de COVID-19 no mundo no início de dezembro (93)
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    A Rússia testou com sucesso a introdução de uma vacina em forma de leite fermentado em animais, tendo o pesquisador Aleksandr Suvorov informado da formação de anticorpos. Trata-se de uma das 47 vacinas sendo desenvolvida pelo país.

    Animais conseguiram formar anticorpos na membrana mucosa e no sangue durante testes de uma vacina contra a COVID-19 em forma de leite fermentado, disse Aleksandr Suvorov, diretor do Departamento de Microbiologia Molecular do Instituto de Medicina Experimental, Rússia.

    "A resposta imunológica nas mucosas dos animais de laboratório é muito boa, os anticorpos específicos surgem nas membranas mucosas e no sangue", disse em uma entrevista coletiva on-line.

    "Devido ao fato de a vacina ser tomada oralmente, a resposta imunológica máxima ocorre nas mucosas, por isso é chamada de mucosa", relatou Suvorov.

    Na opinião dele, o desafio atual dos cientistas é verificar se a vacina protegerá contra o verdadeiro vírus. "Tal estudo ainda não pode ser realizado, pois não há locais [para isso] em São Petersburgo", informou.

    "Para proteger os animais de laboratório, estes testes devem ser realizados em um espaço muito limitado em locais especiais. Estamos agora na fila", acrescentou Suvorov.

    Anteriormente, o acadêmico Vladimir Chekhonin, vice-presidente da Academia de Ciências da Rússia, informou sobre estudos pré-clínicos de uma vacina incomum contra infecção pelo novo coronavírus que pode ser introduzida no organismo sob forma de iogurte, tendo mencionado uma "vacina mucosa contra SARS-CoV-2 que está sendo desenvolvida no Instituto de Medicina Experimental em São Petersburgo".

    Segundo Tatiana Golikova, vice-primeira-ministra da Rússia, o país está desenvolvendo 47 vacinas contra o coronavírus.

    Tema:
    Pandemia de COVID-19 no mundo no início de dezembro (93)

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    Tags:
    COVID-19, São Petersburgo, Rússia
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