00:13 16 Abril 2021
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    Cientistas do Conselho de Pesquisa Europeu encontraram aquilo que agora é conhecido como a "Capela Sistina da Antiguidade" no meio da floresta amazônica, com centenas de pinturas pré-históricas.

    A descoberta de uma das maiores galerias de arte pré-histórica do mundo ocorreu nas profundezas da floresta amazônica, próximo do Brasil e da Colômbia. Os pesquisadores, liderados por José Iriarte, encontraram no local uma grande quantidade de pinturas rupestres.

    Datadas de aproximadamente 12.500 anos, as rochas com as pinturas foram chamadas de "Capela Sistina da Antiguidade" devido à grande quantidade de imagens gravadas nas rochas.

    • Ex-presidente da Colômbia  Juan Manuel Santos mostra pinturas rupestres no Parque Nacional Chiribiquete, Colômbia
      Ex-presidente da Colômbia Juan Manuel Santos mostra pinturas rupestres no Parque Nacional Chiribiquete, Colômbia
      © AFP 2021 / Diana Sanchez
    • Pintura rupestre no Parque Nacional Chiribiquete, Colômbia
      Pintura rupestre no Parque Nacional Chiribiquete, Colômbia
      © CC BY-SA 3.0 / Carlos Castaño Uribe / Chiribiquete petroglyph
    • Ex-presidente da Colômbia  Juan Manuel Santos mostra pinturas rupestres no Parque Nacional Chiribiquete, Colômbia
      Ex-presidente da Colômbia Juan Manuel Santos mostra pinturas rupestres no Parque Nacional Chiribiquete, Colômbia
      © AFP 2021 / Diana Sanchez
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    © AFP 2021 / Diana Sanchez
    Ex-presidente da Colômbia Juan Manuel Santos mostra pinturas rupestres no Parque Nacional Chiribiquete, Colômbia

    De acordo com o Channel 4, os pesquisadores descobriram o local em 2019, mas mantiveram a descoberta em segredo, só revelando as pinturas há poucos dias. Um documentário sobre a descoberta será emitido no dia 5 de dezembro, chamado "Mistério: os Reinos Perdidos da Amazônia".

    Nas pinturas é possível encontrar imagens de animais extintos da Era do Gelo. Entre as imagens estão camelos, preguiças grandes e cavalos pré-históricos, retratados com grande precisão.

    Além dos animais mencionados, também há imagens rupestres de tartarugas, peixes, pássaros, lagartos e pessoas dançando.

    José Iriarte acredita que haja muitas outras pinturas por descobrir e afirma que os trabalhos no local serão retomados logo após o fim da pandemia.

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    Tags:
    pinturas, descoberta, Floresta Amazônica, arqueólogos, arqueólogo, arqueologia
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