16:00 09 Julho 2020
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    Mundo lidando com COVID-19 no início de abril de 2020 (153)
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    Instituto de Buenos Aires consegue sequenciar genoma do novo coronavírus a partir de amostras de pacientes infectados na nação sul-americana.

    Comentando o feito científico, o ministro da Saúde da Argentina, Ginés González García, disse:

    "[O feito] é muito importante não só para o presente, mas também para o futuro, porque os vírus não são todos iguais e esta investigação pôde determinar a procedência destes vírus e que características possuem. Isto serve para que quando for feita uma vacina ela inclua as características do vírus local", publicou o site do governo argentino, citando o ministro.

    A sequência do genoma do SARS-CoV-2 foi feita pelo Instituto ANLIS-Malbrán, localizado em Buenos Aires.

    As autoridades do país também disseram que o avanço científico "contribuirá para assegurar a qualidade do diagnóstico, complementar a vigilância epidemiológica e colaborar com o desenvolvimento de uma vacina representativa das variantes circulantes no país e na região".

    Inicialmente, as pesquisas tinham como objetivo determinar a dinâmica e a diversidade da população viral do SARS-CoV-2 e suas rotas de transmissão na Argentina.

    Visita do presidente

    Por sua vez, após a descoberta científica, o presidente do país, Alberto Fernández, visitou os cientistas envolvidos nas pesquisas.

    "Admiro o trabalho que realizam nossos cientistas no Instituto Malbrán, o mesmo lugar em que trabalharam os Prêmios Nobel da Argentina: Bernardo Houssay e César Milstein", afirmou o mandatário.

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    Mundo lidando com COVID-19 no início de abril de 2020 (153)

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    Tags:
    vírus, genoma, Alberto Fernández, Argentina, novo coronavírus
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