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    COVID-19 no mundo no início de janeiro de 2021 (75)
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    O Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu nesta quarta-feira (6) que vai zerar a alíquota de importação de seringas e agulhas de outros países até o dia 30 de junho.

    A medida pretende auxiliar o combate à pandemia do novo coronavírus. Normalmente, esses produtos pagam 16% de alíquota para conseguirem ser comercializados no Brasil.

    A decisão da Camex também determina a suspensão até o fim de junho de uma sobretaxa aplicada para as seringas descartáveis importadas da China.

    Na semana passada, o governo brasileiro realizou um pregão eletrônico onde tentou adquirir 331 milhões de seringas, mas comprou apenas oito milhões. As informações foram publicadas pela agência Reuters.

    Desde 2009, o Brasil aplica uma medida antidumping, espécie de punição autorizada pelas normas internacionais quando um país diz que há concorrência desleal à indústria nacional, com as seringas descartáveis chinesas.

    Mais cedo, nesta quarta-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Ministério da Saúde só vai comprar seringas quando "os preços voltarem à normalidade".

    ​O Ministério da Saúde terá que realizar um novo pregão, sem data definida até o momento. O governo de São Paulo também enfrentou dificuldades em conseguir comprar seringas, agulhas e outros insumos.

    No pregão finalizado no dia 18 de dezembro, o estado conseguiu fornecedores para menos da metade da quantidade prevista em 27 pregões eletrônicos.

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    COVID-19 no mundo no início de janeiro de 2021 (75)

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    Ministério da Saúde, Ministro da Saúde, saúde pública, hospitais, hospital, produtos, impostos, Camex, Brasil, pandemia, novo coronavírus, COVID-19
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