05:33 23 Outubro 2020
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    Situação com coronavírus no Brasil no fim de junho (51)
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    Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a casa está "correndo para dar crédito às pequenas e médias empresas".

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu nesta terça-feira menos burocracia e mais agilidade na liberação de crédito para as empresas afetadas pela pandemia de COVID-19, informou a Agência Câmara de Notícias.

    O deputado se referiu ao financiamento previsto em duas medidas provisórias em tramitação na Câmara (MPs 944/20 e 975/20). Para Maia, depois atendimento das vítimas do coronavírus, o mais importante é garantir o crédito para as empresas.

    "Vamos ter uma piora na economia se o governo e o sistema bancário não conseguirem garantir recursos para as empresas manterem suas atividades e os empregos. É preciso parar com tanta burocracia. O risco tem que ser do governo federal", disse Maia em um evento on-line para investidores do mercado financeiro.

    "No mundo inteiro os governos estão dando dinheiro quase a fundo perdido", disse o político, defendendo a redução do tramites burocráticos.

    Uma das alterações da MP 944 em andamento na Câmara busca ampliar a linha de crédito de modo a atingir empresas com faturamento de até R$ 50 milhões, contra R$ 10 milhões do texto original do governo.

    O deputado também destacou a importância de beneficiar o setor de aviação, um dos mais afetados pela crise.

    "Estamos tentando resolver a questão das grandes empresas, como as de aviação, que precisam de capital de giro financiado pelo BNDES", afirmou Maia.

    A MP 975/20 destina R$ 20 bilhões para o Fundo Garantidor para Investimentos do BNDES para garantir as operações de empréstimo. A MP beneficia pequenas e médias empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões anuais.

    Já a MP 944/20 criou o Programa Emergencial de Suporte a Empregos e abre crédito de R$ 34 bilhões para que empresas e cooperativas paguem até dois meses de folha salarial com limite por empregado de R$ 2.090.

    Tema:
    Situação com coronavírus no Brasil no fim de junho (51)

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    Tags:
    COVID-19, Brasil, crédito, Rodrigo Maia
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