20:36 25 Novembro 2020
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    Em onze meses, 23 barragens em Minas Gerais passaram ser consideradas em situação de risco, informou a Defesa Civil.

    Depois da tragédia de Brumadinho, que deixou 270 vítimas, o registro passou a ser realizado no estado, informou o site da Globo.

    As mineradoras são as responsáveis pela declaração de estabilidade devem informar as autoridades em caso de alterações nas barragens. Depois de Brumadinho, a medição da segurança passou a seguir normas internacionais, mais rígidas. Agora, as mineradoras são obrigadas a contratar consultoria externa para o trabalho em caso de segunda verificação das barragens.

    A Vale possui 19 estruturas em estado de alerta. Treze estão em nível 1, ou seja, a retirada de moradores das áreas de risco e toque de sirenes não é necessário.

    Outras duas barragens da Vale, a Grupo e a Forquilha II, estão em nível 2. Os planos de evacuação são colocados em prática nesse caso e 125 pessoas, moradoras de Ouro Preto e Nova Lima, chegaram a ser retiradas de suas casas.

    Em fevereiro, a barragem de rejeitos da ArcelorMittal, em Itatiaiuçu, entrou no nível 2 e ninguém voltou para casa ainda.

    Quatro barragens estão em nível 3, risco iminente de rompimento. As quatro são controladas pela Vale.

    Trata-se da B3/B4, no distrito de Macacos, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, bem como das Forquilhas I e III, em Ouro Preto, e a Sul Superior, em Barão de Cocais, na Região de Central de Minas Gerais.

    Os residentes nas proximidades dessas estruturas foram evacuados, sem previsão de retorno para suas casas.

    Tags:
    Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), barragens, Minas Gerais, Brumadinho
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