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    Após derrubar a segunda denúncia contra ele na Câmara dos Deputados, o presidente Michel Temer disse nesta quinta-feira que o momento agora é de focar no que realmente interessa, a superação dos desafios na área econômica, de forma a permitir o avanço do Brasil.

    "A ponte que estamos construindo para o futuro é sólida, firme, resistente. Começamos a construí-la ainda em 2015, certos do nosso caminho e convictos do nosso destino", disse o chefe de Estado brasileiro. "Estamos fazendo a travessia. Os resultados já são visíveis". 

    Michel Temer, presidente do Brasil, deixa o hospital após passar mal nesta quarta-feira, 25 de outubro de 2017
    Antonio Cruz/Agência Brasil / https://fotospublicas.com/presidente-michel-temer-deixa-o-hospital-depois-de-internado-no-dia-de-hoje/
    De acordo com Temer, a economia voltou a crescer, estão aparecendo novas oportunidades de emprego, os investimentos estão voltando ao país e o consumo das famílias está crescendo, ao mesmo tempo em que o governo consolida avanços na educação e na saúde. 

    "O comércio e os serviços retomam níveis bem melhores. O trabalho venceu a recessão. A perseverança derrotou o medo. Meu compromisso é fazer nosso país cada vez maior e melhor. Um país respeitado no cenário internacional, confiável nas relações comerciais, com credibilidade para atrair investidores nacionais e estrangeiros, gerando emprego e renda para todos", disse ele, defendendo a eficiência do seu governo na área econômica e agradecendo, em seguida, aos deputados que votaram ontem contra a continuação das denúncias que pesavam sobre ele por obstrução à justiça e organização criminosa.

    "A todos que mantêm a fé no Brasil, a hora é agora. É hora de transformar o país e superar nossos desafios. Agora, é avançar. Vamos continuar a trabalhar com determinação e muita paz."

    Na última quarta-feira, 25, em meio a problemas de saúde que o forçaram a buscar ajuda médica, o presidente Michel Temer viu o plenário da Câmara dos Deputados impedir o seguimento do processo contra ele e dois de seus ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF), onde ele deveria ser investigado por supostamente liderar um esquema de ações ilícitas envolvendo órgãos públicos e pagamentos de propina e por, também supostamente, tentar impedir o trabalho da justiça na apuração de crimes relacionados à operação Lava Jato. 

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    Tags:
    Operação Lava Jato, Câmara dos Deputados, Supremo Tribunal Federal, STF, Michel Temer, Brasília, Brasil
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