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    Após envio de caças F-16 de Taiwan para os Estados Unidos, governo chinês responde à ação e pede que Washington cumpra o trato que assinou com a China em 1979.

    Nesta quarta-feira (26), a China, através de uma declaração do porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan do Estado de Pequim, Zhu Fenglian, pediu ao Partido Democrático Progressista (DPP) em Taiwan que pare sua tentativa de confronto militar, segundo a emissora chinesa CGTN.

    "O continente chinês está pedindo ao Partido Progressista Democrático de Taiwan que pare sua tentativa de confronto militar", disse o porta-voz.

    A declaração de Fenglian foi um comentário em resposta a uma pergunta sobre quatro caças F-16 voando de Taiwan para os EUA na terça-feira (25) para uma missão de treinamento.  

    "A China se opõe firmemente a qualquer forma de intercâmbio oficial entre os Estados Unidos e a região chinesa de Taiwan. A China insta os EUA a cumprirem seriamente o princípio de 'Uma Só China' e os Três Comunicados assinados entre China-EUA, de forma prudente e adequada para lidar com as questões relacionadas a Taiwan", comentou o porta-voz.

    Os EUA reconheceram formalmente a China em 1979 e, por meio do tratado dos Três Comunicados, mudaram as relações diplomáticas de Taipé para Pequim, reconhecendo a política de Uma Só China e, portanto, incluindo Taiwan como parte da China continental.

    Porém, Washington é um dos maiores fornecedores de armas para ilha e, mesmo sem fazer uma afirmação clara a favor de sua independência, apoia Taipé em algumas declarações e exercícios militares conjuntos.

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    Tags:
    EUA, Pequim, F-16, Taiwan, China
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