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    Mundo enfrentando SARS-CoV-2 no final de junho de 2021 (20)
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    Estudo feito em Buenos Aires conclui que imunizante desenvolvido na Rússia é mais seguro em comparação com as vacinas da Sinopharm e AstraZeneca por apresentarem menos reações supostamente atribuíveis à vacinação.

    Um estudo do Ministério da Saúde da província de Buenos Aires revelou que a vacina russa Sputnik V gera menos sintomas graves do que qualquer um dos outros soros administrados na capital, que são os imunizantes da Sinopharm e AstraZeneca.

    A taxa de ocorrências supostamente atribuíveis à vacinação é de apenas 0,7 no caso da Sputnik V. Enquanto as outras duas vacinas da Sinopharm e AstraZeneca, teriam uma taxa de 0,8 e 3,2 em reações possivelmente relacionadas, respectivamente, como destaca o periódico Página 12.

    "A Sputnik V apresenta o perfil mais seguro entre as vacinas anticovidais utilizadas na província de Buenos Aires", comemoraram os desenvolvedores.

    Na prática, o estudo argentino confirma que não houve mortes relacionadas a esta vacina e a maioria dos eventos pós-vacinais foram leves, como febre, dores de cabeça e dores na área de aplicação.

    Agentes da Saúde são vacinados com a vacina russa contra COVID-19, Sputnik V, em Buenos Aires, Argentina, 29 de dezembro de 2020
    © Sputnik / Presidência da Argentina
    Agentes da Saúde são vacinados com a vacina russa contra COVID-19, Sputnik V, em Buenos Aires, Argentina, 29 de dezembro de 2020

    Conforme informado pela pasta nesta quinta-feira (24), o estudo da Sputnik V foi feito a partir do monitoramento de bonaerenses inoculados com a vacina entre 29 de dezembro de 2020 e 3 de junho de 2021. Nesse período, foram aplicadas 2,8 milhões de doses da vacina Sputnik V, 1,3 milhões da Sinopharm e 0,9 milhões da AstraZeneca.

    Os efeitos mais frequentes foram febre (47%), dores de cabeça (45%), mialgias e artralgias (39,5%) e dor (46,5%) e inchaço (7,4%) no local da injeção.

    A maioria (54,4%) dos efeitos após a imunização foram classificados como "eventos coincidentes com a vacina", o que significa que embora tenham ocorrido após a sua aplicação, ficou comprovado que constituía doença de outra origem. Em conclusão, de acordo com o estudo do Ministério da Saúde da província de Buenos Aires, um perfil com um baixo número de eventos graves e boa segurança é observado na vacina Sputnik V.

    Tema:
    Mundo enfrentando SARS-CoV-2 no final de junho de 2021 (20)

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    Tags:
    vacinação, Sputnik V, Argentina, imunização, imunizante, eficácia, COVID-19
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