20:00 26 Setembro 2021
Ouvir Rádio
    Américas
    URL curta
    0161
    Nos siga no

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou neste domingo (4) que vai solicitar assistência técnica da Organização das Nações Unidas (ONU) para desativar minas deixadas por grupos irregulares colombianos no estado fronteiriço de Apure, no sudoeste do país.

    "O professor Jorge Arreaza [chanceler] está enviando um comunicado ao secretário-geral, António Guterres, para solicitar ajuda emergencial imediata do sistema das Nações Unidas para que tragam todas as técnicas para desativar os campos minados deixados por estes grupos irregulares de assassinos e narcotraficantes vindos da Colômbia", disse Maduro durante um discurso para a população venezuelana. 

    O chefe de Estado venezuelano pediu apoio do povo às Forças Armadas e tolerância zero com os grupos armados ilegais, narcotraficantes e "terroristas da Colômbia". 

    ​"Vamos retirar todos esses grupos do país, para fora da Venezuela. A Venezuela se respeita, a Venezuela é uma terra de paz", afirmou. "Eles pretendem tomar territórios venezuelanos e nós não permitimos e não vamos permitir. Vamos libertar todo o território de Apure."

    Desde o mês passado, soldados das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) tem realizado operações contra grupos armados colombianos que entraram ilegalmente na Venezuela. Os conflitos já deixaram quatro militares e 13 guerrilheiros mortos até o momento. E há relatos de vítimas também entre civis.

    Nesta segunda-feira (5), Maduro deve anunciar um plano especial para lidar com a situação na zona de fronteira.

    Mais:

    'Efeito espelho viraliza': MRE da Venezuela retruca acusação de 'assassino' de Duque a Maduro
    Explosão atinge gasoduto na Venezuela e autoridades falam em terrorismo (VÍDEO)
    Venezuela adverte vizinha Colômbia que ataques nas fronteiras sofrerão 'reação contundente'
    Tags:
    Venezuela, Colômbia, conflito, minas, FANB, ONU, Nicolás Maduro, Jorge Arreaza
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar