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    A Suprema Corte britânica ouviu um caso de advogados da Meng Wanzhou, diretora financeira da empresa chinesa Huawei, detida em 2018 no Canadá, mas não aceitou revelar documentos.

    Um juiz britânico impediu a liberação de documentos do banco britânico HSBC, que, segundo um mandado de prisão dos EUA, foi usado por Meng Wanzhou, diretora financeira da empresa chinesa Huawei, para violar sanções contra o Irã, relata nesta sexta-feira (19) a agência Reuters.

    Os advogados da alta funcionária da Huawei defenderam em uma audiência na Suprema Corte britânica durante a última semana que as acusações eram baseadas em "uma versão incompleta" de uma apresentação dada a um executivo sênior do HSBC em 2013.

    No entanto, o juiz rejeitou o argumento, e obrigou a equipe de Meng a pagar 80 mil libras esterlinas (R$ 605.823) em custos legais.

    "Huawei está desapontada com a decisão de hoje da corte. A busca da justiça se beneficia do acesso a informações relevantes e da clareza dos fatos", reagiu na sexta-feira (19) um porta-voz da empresa chinesa.

    Meng Wanzhou foi detida em 1º de dezembro de 2018 no Aeroporto Internacional de Vancouver, Canadá, através de um mandado emitido por uma corte de Nova York, EUA, sendo "acusada de conspiração para defraudar múltiplas instituições internacionais", rejeitada por seu advogado, e tornando-se uma das figuras de maior destaque da guerra comercial entre a China e os EUA.

    Desde que se iniciou o processo contra ela, a executiva se encontra sob prisão domiciliar no Canadá.

    Tags:
    Suprema Corte, HSBC, Meng Wanzhou, Huawei, Reino Unido, EUA, Canadá
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