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    Pandemia de COVID-19 no mundo no início de dezembro (93)
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    Alex Azar se reuniu com equipe de transição do presidente eleito Joe Biden e comentou que o grupo terá tudo de que precisa para garantir o bem-estar do povo norte-americano.

    Alex Azar, secretário de Saúde e Serviços Humanos do governo de Donald Trump, disse na quinta-feira (10) que se reuniu com a equipe de transição do presidente eleito Joe Biden e comentou que 20 milhões de pessoas serão vacinadas "nas próximas semanas", informou a rede de TV a cabo CNN.

    Azar disse que o governo está negociando com a farmacêutica norte-americana Pfizer para garantir doses adicionais de sua vacina e disse que "usará todo poder" sob a Lei de Produção de Defesa para ajudar as empresas privadas com as enormes exigências logísticas de vacinar o país.

    "Já me reuni com a equipe de transição da Biden. Queremos ter certeza de que eles terão todo o necessário. Quero garantir que qualquer transição seja a mais suave, o mais profissional possível, porque se trata de garantir a saúde e o bem-estar do povo norte-americano e isso é o que me importa", informou Azar, acrescentando que fará contato com Xavier Becerra, o escolhido de Biden para comandar a Secretaria a partir de 21 de janeiro.

    Seus comentários chegam em um momento crítico da pandemia. Os casos da COVID-19 e as hospitalizações estão subindo nos Estados Unidos, mas há progressos significativos nas vacinas.

    Sem atalhos

    O Reino Unido já começou a aplicar o imunizante da Pfizer/BioNTech, tornando-se a primeira nação do mundo a aprovar o uso da vacina Pfizer, e um comitê consultivo da Administração de Medicamentos e Alimentos (FDA) norte-americana se reuniria ainda na quinta-feira (10) para analisá-la, um passo fundamental no processo de autorização de uso emergencial.

    Perguntado sobre relatórios iniciais fora do Reino Unido, incluindo se pessoas com um "histórico significativo de reações alérgicas" não deveriam receber a vacina Pfizer/BioNTech, Azar disse que a FDA analisaria os dados e falaria com os reguladores britânicos, assegurando que a agência "não vai escolher atalhos".

    "Queremos ter certeza de que qualquer vacina que saia nos Estados Unidos tenha o selo de aprovação com padrão completo do pessoal da FDA", comentou ele.

    Uma vez que uma vacina seja autorizada pelo órgão, o governo federal então autorizaria o envio dela dentro de 24 horas e a mandaria diretamente para "onde quer que os governadores nos dissessem para onde querem que ela vá", explicou o secretário.

    De acordo com ele, o foco inicial serão funcionários da saúde e pacientes de lares de idosos.

    "Vinte milhões de pessoas devem ser vacinadas apenas nas próximas semanas e então continuaremos a lançar vacinas até janeiro, fevereiro e março, quando saírem das linhas de produção", informou.
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    Pandemia de COVID-19 no mundo no início de dezembro (93)

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    Tags:
    Food and Drugs Administration (FDA), Joe Biden, Donald Trump, Reino Unido, Pfizer, COVID-19
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